OS 365 TEXTOS MAIS IMPORTANTES DA BÍBLIA

1 de dezembro — Iguais a Cristo — Filipenses 2

2 de dezembro — Cristo — Colossenses 1

3 de dezembro — Nova vida — Colossenses 3

4 de dezembro — Igreja — 1 Tessalonicenses 1

5 de dezembro — Preparados para a volta — 1 Tessalonicenses 4

6 de dezembro — Preparados para a volta (2) — 1 Tessalonicenses 5

7 de dezembro — Perseguição e perseverança — 2 Tessalonicenses 2

8 de dezembro — Pela graça — 1 Timóteo 1

9 de dezembro — Bispos e diáconos — 1 Timóteo 3

10 de dezembro — Ambição — 1 Timóteo 6

11 de dezembro — Obreiro aprovado — 2 Timóteo 2

12 de dezembro — Os últimos dias — 2 Timóteo 3

13 de dezembro — A conduta cristã — Tito 3

14 de dezembro — Perdão — Filemom

15 de dezembro — O ápice da revelação — Hebreus 1

16 de novembro

A queda

Romanos 1

            Romanos 1 é o Gênesis 3 de Paulo. Isto é: temos aqui a descrição da queda do ser humano e todas as suas trágicas consequências.


17 de novembro

Todos perdidos

Romanos 3

            Não só gentios. Não só judeus. Mas todos. Estamos todos perdidos. Somente a graça pode trazer solução para os pecadores.


18 de novembro

Salvos pela graça

Romanos 5

            Para a humanidade perdida, só mesmo a graça de Deus anunciada por Jesus Cristo. É sobre este grande tema da graça que o apóstolo Paulo trata em sua carta aos Romanos.

19 de novembro — Vida no Espírito — Romanos 8

20 de novembro — Nova vida — Romanos 12

21 de novembro — Amor — 1 Coríntios 13

22 de novembro — Ressurreição — 1 Coríntios 15

23 de novembro — Contribuir — 2 Coríntios 8

24 de novembro — Coração generoso — 2 Coríntios 9

25 de novembro — O espinho na carne — 2 Coríntios 12

26 de novembro — Vivendo no Espírito — Gálatas 5

27 de novembro — O plano da redenção — Efésios 1

28 de novembro — A nova vida — Efésios 2

29 de novembro — Igreja e conduta — Efésios 4

30 de novembro — Relacionamentos — Efésios 5

1 de novembro

Ressurreição

Lucas 24

Jesus não está morto. Ressuscitou e vive em nós.

E se revela pessoalmente aos seus discípulos. Sua relação conosco é pessoal.


2 de novembro

A Palavra encarnada

João 1

            Jesus Cristo não era apenas um porta-voz de Deus, como foram os profetas no Antigo Testamento. Ele era a própria Palavra de Deus encarnada.


3 de novembro

Diálogo com Nicodemos

João 3

            O novo nascimento tem a ver com a obra que Deus opera dentro de nós.

            Trata-se de uma transformação tão abrangente e profunda que parece que nascemos de novo. E nascemos.


4 de novembro

Diálogo com a samaritana

João 4

            A água da vida não apenas mata a sede do ser humano e de suas carências existenciais. Ela se torna uma fonte, um manancial, jorrando permanentemente para saciar outros à nossa volta por meio do nosso testemunho.

            Por isso aquela mulher voltou e contou a vizinhos e familiares o que Jesus tinha dito e feito. Ela bebeu a água e agora era a fonte da graça de Deus para eles.


5 de novembro

Lázaro

João 11

            A ressurreição de Lázaro foi o maior milagre realizado por Jesus no Evangelho de João. Serviu para testificar da vida que o Senhor veio conceder.


6 de novembro

Lavando os pés

João 13

            No ato de lavar os pés dos discípulos, o Senhor Jesus passou uma lição de humildade e serviço. Dentro do que Ele mesmo afirmou, não veio para ser servido, mas para servir.


7 de novembro

Videira

João 15

            A lição da videira é simples: os frutos só aparecem quando os ramos estão ligados à própria videira. Isto é: só produzimos frutos quando estamos em Cristo, participando da vida que Ele concede.


8 de novembro

A oração

João 17

            A oração de Jesus, neste capítulo de João, é chamada de oração sacerdotal, porque Ele intercede por seus discípulos. É a oração que demonstra o cuidado que o Senhor tem com todos aqueles que o seguem.


9 de novembro

A ressurreição

João 21

            Seguimos àquele que ressuscitou dos mortos. E que vem ao encontro dos seus discípulos para fortalecê-los. Seguimos fortalecidos na certeza da sua ressurreição.


10 de novembro

O Espírito sobre a igreja

Atos 2

            O derramamento do Espírito sobre a igreja é a garantia de que o Senhor estará conosco, acompanhando os seus discípulos no cumprimento da missão que Ele mesmo deu.


11 de novembro

A ação salvadora de Deus

Atos 7

            O discurso de Estêvão recupera toda a história da salvação, desde a eleição do povo de Israel até a chegada do Messias.


12 de novembro

Saulo

Atos 9

            A conversão de Paulo, que antes se chamava Saulo, é uma das páginas mais significativas de Atos. Aqui nascia não só um discípulo de Jesus, mas seu maior intérprete.


13 de novembro

Evangelho para todos

Atos 10

            Pedro precisou entender que o evangelho era para todos, a partir da conversão do centurião Cornélio. Deus não faz acepção de pessoas na distribuição da sua graça.


14 de novembro

Gentios

Atos 15

            A igreja de Jerusalém se depara com uma grave questão: deveria evangelizar os gentios ou não? E precisou entender que o evangelho é para todos.


15 de novembro

O testemunho

Atos 26

            O belo testemunho de Paulo diante de Agripa retoma sua conversão e a sua vocação para a pregação do evangelho.

16 de outubro

O Sermão do Monte (2)

Mateus 6

Na segunda parte do Sermão do Monte, Jesus trata das práticas devocionais e do cuidado divino conosco.

O coração deve estar presente em tudo o que fazemos para Deus e para os outros.

E a confiança na providência de Deus firma os nossos passos na caminhada.


17 de outubro

O Sermão do Monte (3)

Mateus 7

Na última parte do Sermão do Monte, Jesus confronta a fé meramente nominal e a verdade experiência com Cristo.

Aquele que pertence a Cristo realmente, faz a vontade do Pai. E sua vida está firmada na rocha.


18 de outubro

Os discípulos

Mateus 10

Cristo aqui dá várias orientações aos discípulos.

Devemos prestar atenção, especialmente, naquilo que se refere à nossa confiança naquele que realiza sua obra através de nós.


19 de outubro

As parábolas do Reino

Mateus 13

As parábolas aqui registradas nos lembram do propósito do Reino e do que significa pertencer a ele.


20 de outubro

Culpa e perdão

Mateus 18

O perdão é a maior manifestação da graça.

É quando o amor se torna concreto e tangível.

Precisamos aprender a perdoar.


21 de outubro

Jesus e os fariseus

Mateus 23

A crítica de Cristo aos fariseus é ao fato de terem transformado a fé numa institucionalização vazia e sem sentido.


22 de outubro

O fim dos tempos

Mateus 25

Jesus se refere à tragédia que se abateria sobre Jerusalém, com a invasão dos romanos em 80, e de modo estendido, às últimas atribulações antes da sua volta.


23 de outubro

O poder de Jesus

Marcos 5

O episódio revela que Cristo veio para revelar seu poder no sentido de trazer salvação total às pessoas.

Era o grande testemunho do amor de Deus aos perdidos.


24 de outubro

Jesus em Jerusalém

Marcos 11

A chegada de Jesus em Jerusalém marca o início da sua paixão.

O Senhor estava prestes a entregar sua vida por nós.


25 de outubro

A paixão de Cristo (1)

Marcos 14

A narrativa de Marcos a respeito do seu sofrimento tem a ver com a obra redentora.

A morte de Cristo não foi um acaso. Foi o plano de Deus para resgatar os perdidos.


26 de outubro

A paixão de Cristo (2)

Marcos 15

A realização máxima da obra salvadora está na cruz. Cristo se ofereceu por amor a nós.


27 de outubro

A infância de Jesus

Lucas 1

Lucas é o evangelista que mais detalhes dá sobre a infância de Jesus.

Episódios que se tornaram clássicos nas comemorações natalinas.


28 de outubro

A infância de Jesus

Lucas 2

As narrativas da infância de Jesus foram registradas para mostrar que Ele era o Filho de Deus encarnado, já demonstrando isso desde a sua mais tenra idade.


29 de outubro

Discípulos, samaritano e irmãs

Lucas 10

            Esse capítulo de Lucas reúne três episódios significativos: a chamada dos discípulos para servir, o ensino do serviço como abertura para o outro e a advertência de que não há como ser discípulo sem permanecer aos pés do Mestre.


30 de outubro

Parábolas da graça e da alegria

Lucas 15

            As três parábolas são contadas aos fariseus e mestres da Lei que estranhavam ver Jesus andando com pecadores — pecadores, para os fariseus, eram todos aqueles que não eram tão puros e santos como eles.

            Jesus mostra que Deus está mais interessado em demonstrar graça para com quem sabe que é pecador do que em ficar massageando o ego de quem acha que é certinho.


31 de outubro

Paixão e morte

Lucas 23

            O sacrifício de Cristo é descrito  com grande ênfase e dramaticidade.

            O nosso Redentor deu a sua vida por nós.

1 de outubro

Chamado ao arrependimento

Ezequiel 18

            Somos chamados a um arrependimento sincero e verdadeiro, em vez de nos escondermos atrás de justificativas vazias ou responsabilizações indevidas.

            Ao coração verdadeiramente arrependido, há o perdão de Deus.


2 de outubro

A visão dos ossos

Ezequiel 37

            A promessa de restauração de Israel também é válida para a igreja do Senhor.

            Muitas vezes nossa fé enfraquece e a frieza espiritual toma conta das nossas vidas. É nesse momento que precisamos da renovação providenciada pelo Espírito de Deus.

            A verdadeira vida está no fôlego do Espírito de Deus.


3 de outubro

Sem contaminação

Daniel 1

            Disposto a não se contaminar com o manjar do rei, Daniel deu um testemunho de fidelidade ao Senhor durante o cativeiro babilônico.

            E assim ele começou muito bem a sua jornada como profeta do Senhor em terra estranha.


4 de outubro

Na fornalha

Daniel 3

            Muitas vezes sofremos consequências pesadas quando queremos permanecer fiéis a Deus e à sua Palavra.

            Mas o Senhor está conosco. Não precisamos ter medo das fornalhas quando o refrigério da graça divina sopra sobre nós.


5 de outubro

A sentença na parede

Daniel 5

            Sofremos as consequências das nossas escolhas e opções.

            Por isso é preciso ter muito cuidado por onde andamos e como vivemos. Os olhos do Senhor estão voltados para nós no propósito de cuidar, mas também no intuito de mostrar que nada podemos esconder dele.


6 de outubro

Na cova dos leões

Daniel 6

            Quando formos lançados na cova dos leões, tendo de lidar com as grandes aflições e adversidades da vida, é necessário lembrar que não há leão que possa devorar aquele que é protegido pelo Leão de Judá.


7 de outubro

O amor paternal de Deus

Oseías 11

            Deus cuida de nós como um pai cuida do filho.

            Levando-nos pela mão. Alimentando-nos. E, muitas vezes, disciplinando-nos.


8 de outubro

O dia do Senhor

Joel 2

A história não é uma acumulação de fatos e eventos sem sentido.

A história segue para um ponto ômega, como dizia o teólogo e arqueólogo Pierre de Chardin. O ponto ômega (última letra do alfabeto) é o propósito de Deus plenamente realizado.


9 de outubro

A oração de Jonas

Jonas 2

Temos sempre a oportunidade de reavaliar nossos atos e intenções, desvios e inconsequências, para consertar a vida enquanto há tempo.

Foi o que Jonas fez.

Mas não precisamos esperar ser engolidos por um peixe para refletirmos. Podemos refletir agora. E acertar tudo agora. Antes do peixe vir.


10 de outubro

Ainda que

Habacuque 3

O Profeta mantinha sua confiança nos propósitos amorosos de Deus.

Apesar de todas as circunstâncias adversas.

Nossa fé está sempre dizendo: “ainda que…”


11 de outubro

O novo templo

Ageu 2

O novo templo, no retorno do povo para Jerusalém, simbolizava a nova obra feita por Deus, em que cada um, em Cristo, se tornaria o templo do Senhor.

Nós somos o templo do Espírito.


12 de outubro

Justiça e misericórdia

Zacarias 7

A grande conciliação entre as duas coisas encontramos na revelação divina em Cristo.

Lá estão juntas a justiça (que condena) e a misericórdia (que perdoa).


13 de outubro

O cuidado do Senhor

Zacarias 10

O Senhor tem cuidado com seu povo.

Não é só o Senhor. É também o pastor.

Com todo o cuidado que tem com seu rebanho.


14 de outubro

Vem o dia

Malaquias 4

A profecia de Malaquias se referia a João Batista, preparando o caminho para Cristo.

É uma profecia messiânica. Os planos de Deus nunca se perdem.

15 de outubro

O Sermão do Monte (1)

Mateus 5

Na primeira parte do Sermão do Monte, Jesus descreve o caráter e as virtudes do cristão.

E também se refere ao cumprimento da Lei, não só na letra, mas no princípio e no sentido da abrangente vontade de Deus.

16 de setembro

Em todos os lugares

Salmo 139

            Saber que Deus está em todos os lugares é uma advertência e um conforto.

            Advertência porque não há lugar em que possamos nos esconder de Deus.

            E conforto porque sabemos estar acompanhados por Ele em todos os lugares.


17 de setembro

Clamor

Salmo 142

            Buscar a Deus é sempre necessário.

            Buscá-lo com o coração quebrantado e conscientes da sua misericórdia.

            Nunca deixemos de buscar o Senhor a cada dia.


18 de setembro

Exaltação

Salmo 145

 

            A exaltação sincera brota do reconhecimento das grandes obras que o Senhor opera em nossa vida.

            Olhamos para o que ele faz, e o exaltamos, pois sabemos que tudo ocorre devido à sua imensa graça.


19 de setembro

Louvor

Salmo 150

            O último salmo é um convite ao louvor.

            Louvar faz bem. Louvar amadurece a fé. Louvar traz conforto o coração. Louvar liberta das amarguras e ressentimentos.

            Enfim, louvar é a terapia da alma.


20 de setembro

A sabedoria

Provérbios 1

            O livro de Provérbios é o livro da sabedoria.

            É necessário que andemos com sabedoria. Os caminhos se aplainam quando somos sábios para viver.


21 de setembro

Ser sábio

Provérbios 4

            Viver com sabedoria significa, essencialmente, seguir os princípios e valores da Palavra de Deus.

            São eles que firmam nossos passos nos caminhos certos e na conduta correta.


22 de setembro

Tempo e vida

Eclesiastes 3

            Viver é saber discernir os tempos e ocasiões oportunos.

            Como ocorre com as estações, as fases da vida vão se sucedendo. O segredo do bem viver é saber transitar de uma fase para outra.


23 de setembro

Os mistérios da vida

Eclesiastes 9

            O autor de Eclesiastes é um homem realista. Ele olha para vida como ela é, e não se deixa levar por ingenuidades românticas ou fantasiosas.

            Ter os pés no chão para caminhar é a primeira virtude daquele que estabelece alvos e sonhos. Só podemos saltar para os alvos quando os pés estão bem firmes no chão.


24 de setembro

Lembre-se

Eclesiastes 12

            Há aqui um eloquente apelo a que se lembre de Deus na juventude, quando as fragilidades do envelhecimento ainda não se manifestaram.

            Porque na juventude costuma-se esquecer dessa parte vital para a nossa estabilidade humana, que é a comunhão com o Senhor.


25 de setembro

Eis-me aqui

Isaías 6

            A chamada de Isaías tem um momento de grande significado: o da resposta.

            Toda chamada possui esse momento indispensável. A chamada precisa de uma reposta. E quem precisa dar a resposta somos nós.


26 de setembro

Um menino nos nasceu

Isaías 9

            Primeiro texto messiânico de uma série, cujas leituras normalmente fazemos nas épocas natalinas.

            Esse texto é um anúncio do menino que vai nascer. E o menino que vai nascer será o Messias prometido.


27 de setembro

Consolem o meu povo

Isaías 40

            Um dos textos mais belos de consolação das Escrituras.

            Nesse texto de grande encorajamento e conforto, Deus está garantindo ao seu povo que é maior do que todas as circunstâncias e está acima de todas as ameaças.

            É, principalmente, o Deus que cumpre suas promessas.


28 de setembro

Eu sou o Senhor

Isaías 43

            De vez em quando, o povo de Israel precisava ser lembrado de que não há Deus como o Senhor. De que Ele é o único Deus.

            De certo modo, também precisamos ser lembrados dessa verdade, numa sociedade que está sempre oferecendo algo para ocupar o lugar de Deus em nossas vidas.


29 de setembro

Sobre si

Isaías 53

            Outro texto messiânico. Mas esse não fala da glória do Messias, e sim do seu sofrimento.

            O sofrimento do Servo do Senhor não é dele. É nosso. O nosso castigo está colocado sobre Ele. E sobre Ele são colocadas nossas dores.


30 de setembro

Venham

Isaías 55

            A graça de Deus é oferecida a todos.

            A graça é abrangente, porque convida a todos para virem e desfrutarem dela.

            E é gratuita. A graça de Deus não exige nenhum pagamento. Até porque tudo já foi pago pelo Servo Sofredor que levou sobre ele as nossas culpas.

1 de setembro

A PALAVRA DO SENHOR (14)

Salmo 119.105-112

            Neste trecho do salmo, temos um dos seus versículos mais conhecidos, que se refere ao caminho iluminado pela Palavra e aos passos que seguem a luz da vontade divina.

            Viver com o caminho iluminado pelo Palavra é a grande bem-aventurança daquele que obedece à vontade do Senhor.


2 de setembro

 A PALAVRA DO SENHOR (15)

Salmo 119.113-120

            A vida se torna mais segura e constante, sem as instabilidades e abalos frequentes, quando suas raízes estão fincadas na rocha que é a Palavra de Deus.

            É a Palavra que dá firmeza e estabilidade a quem deseja andar sem tropeçar.

            Com a Palavra na mente e no coração, os pés sempre encontram o caminho certo.


3 de setembro

A PALAVRA DO SENHOR (16)

Salmo 119.121-128

            Andar nos caminhos do Senhor, obedecendo a sua Palavra, significa também confiar na sua providência, sabendo que o nosso futuro está nas mãos daquele que conduz a história.


4 de setembro

A PALAVRA DO SENHOR (17)

Salmo 119.129-136

            Conhecer a Palavra de Deus é conhecer a Deus.

            Sempre que temos intimidade com a Palavra de Deus, temos intimidade com o Deus da Palavra.


 5 de setembro

A PALAVRA DO SENHOR (18)

Salmo 119.137-144

            Por que obedecemos a Palavra de Deus?

            Porque sabemos que Deus é justo em tudo aquilo que ensina.

            Sabemos que o melhor caminho apontado ao ser humano, é o caminho do Senhor, pois o Senhor quer sempre o melhor para aqueles a quem ama.

            Obedeçamos, pois, a Palavra. Não se trata só de fazer a vontade de Deus. Trata-se, especialmente, de viver como é melhor para nós.


 6 de setembro

A PALAVRA DO SENHOR (19)

Salmo 119.145-152

            Nossa relação com Deus é de confiança e fé.

            Confiamos e cremos também na sua Palavra.

            Nosso convívio com a Palavra, em termos de aprendizagem e prática, é baseado na confiança de que é a verdade e o melhor para as nossas vidas.


7 de setembro

A PALAVRA DO SENHOR (20)

Salmo 119.153-160

            Discernimento é saber distinguir o bem do mal.

            Quem não sabe fazer esse tipo de distinção, vive se equivocando: faz o mal, pensando que está fazendo o bem. E deixa de fazer o bem pensando que está rejeitando o mal.

            A única maneira de termos uma visão definida sobre a diferença entre bem e mal é conhecer os ensinos da Palavra.


 8 de setembro

 A PALAVRA DO SENHOR (21)

Salmo 119.161-168

            Amar a Palavra e vivê-la, significa conhecer a paz.

            A paz não quer dizer ausência de conflitos e aflições. Mas é o sentimento interior de harmonização, em que continuamos serenos mesmo diante de situações difíceis.

            É o que a Palavra de Deus produz em nós.


9 de setembro

A PALAVRA DO SENHOR (22)

Salmo 119.169-176

            “A tua lei é o meu prazer”.

            É isso que o salmista pensa sobre a Palavra de Deus. Olha para ela com prazer. Estuda a Palavra com prazer. E tem prazer em viver a Palavra.

            Abençoados sejam todos os que amam e vivem a Palavra do Senhor.


10 de setembro

Erguer os olhos

Salmo 121

Sempre que erguemos os olhos, tiramos a visão do que é meramente terreno e limitado.

Olhar para o alto é renovar a confiança naquele que está acima de todas as coisas.


11 de setembro

Os que confiam

Salmo 125

             A questão da confiança não está no sentimento em si. Não é ter confiança que muda alguma coisa. Mas é ter confiança naquilo que merece confiança.

            Por isso, o salmo se refere aos que confiam no Senhor. Ele é a razão da esperança.

            A pergunta não é: você confia? E sim: em quem você confia?


12 de setembro

Grandes coisas

Salmo 126

             É preciso recordar. Quando olhamos para trás, e relembramos as grandes coisas feitas pelo Senhor, nossa fé se renova.

            A mente humana guarda com mais facilidade as coisas ruins da vida do que as boas. Lembrar das boas coisas é um exercício importante. Para lembrar das coisas grandes feitas pelo Senhor.


13 de setembro

Aquele que vigia

Salmo 127

            Deus não dorme. Essa é a certeza que temos.

            Naquele barquinho junto aos discípulos, no meio da tempestade, Cristo dormia. Dormia tranquilamente. Porque ele sabia que o Pai não dorme nunca.


14 de setembro

O salmo do lar

Salmo 128

             Lar, família e comunhão são bens preciosos. Que não se podem medir com régua ou contar com calculadora.

            O salmista se refere à bênção do lar. E do lar abençoado pela presença do Senhor.


15 de setembro

Comunhão

Salmo 133

             O convívio é importante. Vivemos e convivemos. Convívio faz parte da vida.

            Daí porque a comunhão é exaltada pelo salmista. É o que dá refresco à aridez da vida.

16 de agosto

AS AÇÕES MAJESTOSAS DO SENHOR

Salmo 115

Deus é majestoso.

No sentido de que ocupa um lugar no universo que ninguém mais pode ocupar. Ele é único e incomparável.

E por ser majestoso, suas ações são repletas de majestade.


17 de agosto

CLAMOR AO SENHOR

Salmo 116

O salmista clama ao Senhor com o coração confiante e quebrantado.

Clama ao Senhor porque depende do seu amor. Clama ao Senhor porque busca a sua misericórdia e a sua graça.

Somente um coração de fé levanta um brado de clamor.


18 de agosto

UMA ORAÇÃO

Salmo 118

A oração do salmista é a conversa do coração sincero com Deus.

O que faz uma oração ser ouvida por Deus?

Basta que venha de um coração sincero e quebrantado.


19 de agosto

A PALAVRA DOSENHOR (1)

Salmo 119.1-8

O Salmo 119 é uma grande exaltação à Palavra de Deus.

O salmista reúne todas as qualificações da Palavra de Deus na vida do ser humano.

E é assim que devemos lê-lo: como um manual sobre o que a Palavra de Deus pode fazer em nossa vida.


20 de agosto

A PALAVRA DOSENHOR (2)

Salmo 119.9-16

Buscar a Deus significa aprender seus ensinos e praticá-los.

Só conhece a Deus quem conhece a sua vontade.


21 de agosto

A PALAVRA DOSENHOR (3)

Salmo 119.17-24

Para prosseguir na peregrinação da terra com a certeza de que agrada ao Senhor em seus passos, o salmista está pronto a conhecer a Lei divina e obedecê-la.


22 de agosto

A PALAVRA DOSENHOR (4)

Salmo 119.25-32

O conhecimento da Lei de Deus ajuda a evitar os descaminhos do pecado e a quebrantar o coração quando há o afastamento da vontade divina.


23 de agosto

A PALAVRA DOSENHOR (5)

Salmo 119.33-40

A Lei de Deus deve ser aprendida.

O aprendizado da Lei é perseverante e contínuo. Quanto mais estudamos a Palavra de Deus, mas a compreendemos e vivemos


24 de agosto

A PALAVRA DOSENHOR (6)

Salmo 119.41-48

O compromisso com a obediência a Deus começa no conhecimento da sua vontade, expressa de modo claro na Lei e nos ensinos da Palavra.


25 de agosto

A PALAVRA DOSENHOR (7)

Salmo 119.49-56

Lembrar — é o verbo que mais aparece nesse trecho do Salmo 119.

A Palavra de Deus deve ser estudada para ser lembrada. É a Palavra na memória que faz com que a transformemos em gestos concretos e ações práticas.


26 de agosto

A PALAVRA DOSENHOR (8)

Salmo 119.57-64

Diferentemente dos ímpios, os justos são aqueles que conhecem a Palavra de Deus e a praticam.

A impiedade começa justamente no desconhecimento da Palavra e da vontade divina.


27 de agosto

A PALAVRA DO SENHOR (9)

Salmo 119.65-72

            A Palavra de Deus é boa porque Deus é bom.

            A bondade divina é uma realidade, inclusive naquilo que ensina em seus preceitos. Conhecer a Palavra é conhecer a Deus. E conhecer a Deus é conhecer a sua bondade infinita.


 28 de agosto

 A PALAVRA DOSENHOR (10)

Salmo 119.73-80

            Quem conhece a Palavra de Deus, conhece as advertências que há nela quanto aos riscos de andar em caminhos distantes da vontade divina.

            É a Palavra de Deus que concede ao coração humano a sensibilidade para discernir o mal do bem. E para, uma vez convencido do erro, demonstrar arrependimento e autêntica conversão.

            A Palavra de Deus leva a uma nova vida.


29 de agosto

A PALAVRA DOSENHOR (11)

Salmo 119.81-88

            Aquele que obedece e cumpre a Palavra de Deus, também sabe aguardar a manifestação da justiça do Senhor.

            Quem anda nos caminhos retos, não tem o que temer. Seu coração permanece confiante no Deus de toda a justiça.


30 de agosto

A PALAVRA DO SENHOR (12)

Salmo 119.89-96

            O coração fiel ao Senhor se alegra com a lei divina. Tem prazer em meditar sobre ela e em conhecê-la.

            Em especial, gosta de colocá-la em prática. Pouco adianta ouvir a lei sem torná-la gestos concretos.


31 de agosto

 A PALAVRA DOSENHOR (13)

Salmo 119.97-104

            Amar a Deus é amar a sua lei.

            Amar a Deus significa amar os seus ensinos.

            Amar a Deus quer dizer viver de acordo com a sua vontade.

            Nem mais, nem menos.

1 de agosto

 CANTANDO AO SENHOR

Salmo 81

            Louvar a Deus é bom. E é terapêutico. Porque faz bem à mente e ao coração.

            Por isso o apóstolo Paulo sugere: deem graças em tudo. Isto é, em todas as situações.

            Paulo e Silas cantavam a Deus numa prisão. Porque louvar sempre faz bem, nas circunstâncias mais adversas. O louvor conforta e liberta.

 


2 de agosto

 NA PRESENÇA DE DEUS

Salmo 84

            Quando estamos na presença de Deus, o medo e a insegurança se vão. Porque na presença de Deus vemos a graça e a misericórdia do Senhor por nós.

            Estar na casa de Deus, participar do culto ao Senhor e permanecer na Sua santa presença é uma renovação para a alma e o coração.


3 de agosto

 O SENTIDO DA EXISTÊNCIA

Salmo 90

            Diante dos mistérios da vida, o salmista reconhece a importância de andar com Deus. É ele que dá sentido e significado a tudo.

            Podemos viver muito, mas isso só faz sentido se o Senhor fizer parte da nossa vida.


 4 de agosto

ELE É REFÚGIO

Salmo 91

            No Senhor temos o refúgio mais seguro.

            Mas não um refúgio para nos escondermos, ou nos alienarmos da realidade.  Na verdade, o Senhor é um refúgio para reabastecimento.

            Diante do Senhor somos reabastecidos e renovados para prosseguir na luta e na caminhada.


 5 de agosto

 RENDENDO GRAÇAS

Salmo 92

            Somente corações humildes reconhecem e agradecem. Só há gratidão na humildade e na contrição.

            Saber agradecer é uma virtude. Ainda mais quando se trata de agradecer ao Senhor, que é a fonte de todas as bênçãos.


6 de agosto

 O SENHOR REINA

Salmo 93

            Saber que o Senhor reina sobre tudo é, ao mesmo tempo, um conforto e uma advertência.

            Conforto porque sabemos que a história não é um caos sem sentido. E advertência porque a justiça do Senhor há de se impor de maneira definitiva. 


7 de agosto

 DEUS E SEU POVO

Salmo 95

            Temos um Deus pessoal. Isto é, que se relaciona. Por isso, Ele separou um povo com o qual se relacionaria. E que, ao mesmo tempo, seria testemunha viva do seu poder, da sua justiça e da sua misericórdia.

            A história do povo de Deus é, principalmente, a história do relacionamento de Deus com seu povo.

 


8 de agosto

UM NOVO CÂNTICO

Salmo 96

            O novo cântico é o símbolo de todas as novidades que o Senhor promove na vida daqueles que nele confiam.

            Ele coloca um novo cântico nos lábios porque concede um novo caminho e uma nova caminhada.


9 de agosto

AS MARAVILHAS DO SENHOR

Salmo 98

            O coração cheio de fé consegue ver as maravilhas que o Senhor opera.

            Corações céticos ou incrédulos normalmente atribuem a outros fatores as coisas boas que acontecem na vida. Mas os olhos confiantes são capazes de enxergar o que outros olhos não conseguem ver.

            Como diz aquele antigo hino: “conta as bênçãos, conta quantas são”. Só a fé pode enumerá-las.


10 de agosto

SOMOS SEU POVO

Salmo 100

            Este salmo, muito conhecido e recitado, é o cântico do povo de Deus, que por Ele se sente conduzido e protegido.

            O povo de Deus é formado por todos aqueles que pertencem ao seu rebanho. E a quem o Senhor conduz. Por isso, cantam. Por isso, celebram. Por isso, festejam.


11 de agosto

BENDIGA AO SENHOR

Salmo 103

 

            É claro que não somos chamados para bendizer ao Senhor, em gratidão às suas bênçãos, apenas com palavras.

            Devemos bendizer ao Senhor com nossas vidas.

            Gestos que bendizem a Deus falam mais alto do que palavras poéticas vazias.


12 de agosto

GRATIDÃO AO SENHOR

Salmo 105

 

            Ergamos ao Senhor corações gratos.

            Corações que reconhecem as bênçãos como dádivas divinas.

            Dádivas no sentido de que, mesmo sem merecê-las, Ele nos concede por sua graça.


13 de agosto

GRAÇAS

Salmo 108

Saber dar graças é uma virtude.

Toda gratidão começa com a humildade. Quando humildemente reconhecemos que as bênçãos vêm do Senhor.

O coração grato sempre reconhece que não basta a si mesmo.


14 de agosto

O REI ENTRONIZADO

Salmo 110

O Salmo 110 será citado em Atos, numa das declarações a respeito de Jesus Cristo.

De fato, o Senhor Jesus é o rei entronizado do qual se fala no salmo 110.

O Senhor Jesus é o rei que veio conquistar uma vitória inigualável.


15 de agosto

O BEM-AVENTURADO

Salmo 112

A expressão “bem-aventurado” aparece várias vezes no Antigo Testamento, como já aparecera no Salmo 1.

A bem-aventurança sempre decorre da conduta. Ser bem-aventurado é andar nos caminhos do Senhor.

16 de julho

 OS CÉUS DECLARAM

Salmo 19

            A natureza é também uma forma de revelação divina. Através dela o Senhor manifesta seu poder como Criador.

            O apóstolo Paulo dirá em Romanos 1 que a natureza testemunha da existência de Deus.

 


 17 de julho

 O UNGIDO SOFRE

Salmo 22

            Como acontece no Salmo 2, o salmista neste salmo antecipa o sofrimento do Messias.

            Inclusive, as primeiras palavras do Salmo 22 são repetidas por Jesus Cristo enquanto pendurado na cruz.


18 de julho

 PASTOR E ANFITRIÃO

Salmo 23

            Além da figura do pastor que cuida das ovelhas, muito conhecida no Salmo, há também a figura do anfitrião, aquele que recebe para o banquete.

            Não só temos o pastor nos conduzindo na nossa vida aqui, como também teremos o anfitrião recebendo-nos na vida eterna.

            Para o banquete celestial.


19 de julho

SENHOR DE TUDO

Salmo 24

            Como Criador, o Senhor mantém seu domínio sobre todas as coisas.

            Tudo pertence a Ele. E isso nos serve de grande conforto e esperança. Tudo está sob seu controle.


20 de julho

NÃO ESTAMOS SOZINHOS

Salmo 27

            A experiência do salmista é a nossa. Sentimos que não estamos sozinhos nas aflições e circunstâncias difíceis ao nosso redor.

            O Senhor nos acompanha. Passo a passo.


21 de julho

 A ELE O LOUVOR

Salmo 29

            Deus é digno do nosso louvor.

            E mais: somente Ele é digno.

            Toda a adoração deve ser sincera. E, ao mesmo tempo, voltada para o Deus verdadeiro.


22 de julho

 REFÚGIO NO SENHOR

Salmo 31

            Há momentos em que precisamos de um refúgio, de um lugar no qual possamos  sentir segurança e conforto.

            Não há lugar mais seguro do que nos braços do Senhor.

            É para lá que devemos ir quando chegam as horas de medo e aflição.

            Ele nos acolhe em seus braços.


23 de julho

 NO MUNDO MAL

Salmo 37

            Vivemos num mundo mal.

            E é justamente por isso que podemos contar com a proteção e companhia daquele que prometeu que jamais nos deixaria.


24 de julho

PÉS NA ROCHA

Salmo 40

            Maravilhoso não é só o fato de Deus ter nos tirado da lama.

            Bem mais maravilhoso é saber que também firmou nossos pés em solo firme. No firme solo da rocha que permanece.

            A rocha que é o próprio Senhor.


25 de julho

SEDE DE DEUS

Salmo 42

            Deve ser essa a nossa postura: a de sedentos. Sedentos por Deus.

            No sentido de querer conhecer mais da sua Palavra. No sentido de conviver mais com Ele por meio da devoção. No sentido de querer andar muito perto dele sempre.

            Sede de Deus que só é saciada pelo próprio Deus.

 


26 de julho

CASTELO FORTE

Salmo 46

            Foi inspirado por esse salmo que Lutero compôs o hino “Castelo Forte”.

            A segurança que o Senhor nos dá é semelhante a de um castelo de altas muralhas e grossas paredes.

            É melhor ainda do que um castelo forte. Porque o castelo pode desabar. E Deus nunca desaba.


27 de julho

ARREPENDIMENTO

Salmo 51

            Pecamos.

            E porque pecamos, são necessários o arrependimento e a contrição.

            E quando há arrependimento, há o perdão. Porque o Senhor sempre perdoa o coração contrito e arrependido.


28 de julho

 OS FEITOS DO SENHOR

Salmo 66

            Quando faltar fé para seguir adiante, para ir em frente, para avistar novos horizontes, convém que olhemos para trás.

            Quando olhamos para trás vemos o quanto Deus tem feito. E então o nosso ânimo é refeito e renovado. 


29 de julho

FIRME NO SENHOR

Salmo 73

            Quando olhamos muito para as circunstâncias, ou para aquilo que não pode ser compreendido devidamente, perdemos a confiança na bondade do Senhor.

            Só quando confiamos suficientemente na bondade de Deus, somos capazes de seguir sem tropeçar.


30 de julho

EM BUSCA DE SOCORRO

Salmo 77

 

            É sempre bom saber que podemos contar com o socorro do alto, com a ajuda do Senhor em nossos passos aqui.

            Não estamos sozinhos. Quem tem a companhia do Pai, do Filho e do Espírito Santo consigo, nunca anda só.


31 de julho

 A JORNADA DE ISRAEL

Salmo 78

            Às vezes é preciso olhar para trás e relembrar.

            Quando relembramos as ações do Senhor na história, e em nossa história pessoal, então nos sentimos mais animados para seguir adiante.

            O Deus que agiu ontem é o mesmo Deus que continua agindo hoje.

1 de julho

VITÓRIA PARA O POVO DE DEUS

Ester 7.1-10; 9.1-32

            O povo de Deus não fica desamparado.

            Porque Deus não se distrai. Seus olhos estão sempre atentos. E conduz seu povo com graça e misericórdia.

            E nisso está firmada a nossa esperança.


2 de julho

A FIDELIDADE DE JÓ

Jó 1.1-22

            A fidelidade de alguém como Jó não depende das circunstâncias externas, nem das oportunidades ao redor.

            Porque a fidelidade brota do coração que está consciente de quem é Deus.

            Por isso Jó é exemplo de fidelidade.

            Quando as circunstâncias mudam e as dificuldades aparecem, sabemos que Deus continua sendo o mesmo.

            Ele é sempre fiel.

            E também devemos ser fiéis a Ele.

 


3 de julho

 PROVAÇÕES DE JÓ

Jó 2.1-13

            As provações de Jó foram exatamente isso: as provas colocadas diante dele para testar a sua fidelidade e a fé que ele professava.

            Uma coisa é confessar uma fé. Outra, totalmente diferente, é coloca-la em prática.


4 de julho

O REDENTOR VIVE

Jó 19.1-29

            O diferencial da fé de Jó era a maneira como ele compreendia seu Deus.

            Para Jó, Deus não era uma teoria teológica. Era um Deus vivo.

            Quando se sabe que Deus está vivo, a fé ganha novo vigor.


5 de julho

O SOFRIMENTO DOS ÍNTEGROS

Jó 23.1-17

            É a grande questão colocada pelo livro de Jó: por que sofrem os justos?

            Jó era um homem íntegro e estava sofrendo. Por que isso acontece?

            Normalmente pensamos que o sofrimento está ligado à questão do merecimento e dos méritos. Há quem mereça sofrer, e há os que não merecem.

            Mas o livro de Jó introduz a reflexão de quem o sofrimento às vezes escapa dessa maneira de ver. O sofrimento faz parte da vida. E nem sempre consequências morais ligadas a ele.


6 de julho

OS MISTÉRIOS DA VIDA (1)

Jó 38.1—39.30

            Buscamos respostas para o sofrimento e seu sentido na vida.

            Mas quando começamos a analisar o universo como um todo, descobrimos que há muitas coisas sem explicação.

            Muitas coisas estão acima da nossa capacidade de compreensão e entendimento.

            É essa reflexão que está contida nesse longo monólogo de Jó.


 7 de julho

 OS MISTÉRIOS DA VIDA (2)

Jó 40.1—41.34

            As indagações colocadas por Deus diante de Jó servem para mostrar que há mais coisas inexplicáveis no universo do que aquelas que podem ser compreendidas, apesar de todo o avanço do conhecimento humano.

            Por mais que se conheça, quando se trata de Deus e da obra divina, sempre há mais a conhecer.


 8 de julho

 FIDELIDADE E INTEGRIDADE DIANTE DOS MISTÉRIOS DA VIDA

Jó 42.1-17

            Se há vida possui mistérios inexplicáveis, importa que permaneçamos confiantes nos propósitos divinos e preservemos nossa vida íntegra, andando de acordo com os ensinos da Palavra do Senhor.


9 de julho

OS DOIS CAMINHOS

Salmo 1

            O primeiro salmo do Saltério aponta a grande diferença entre os caminhos do justo e do ímpio. A diferença está justamente no desfecho. Porque mais importante do que saber como as coisas começam é saber como elas terminam.

            E a vida do ímpio não termina bem. Nunca termina bem.

            Ao contrário do caminho do justo: leva às águas, ao fruto, à vida.


10 de julho

O SOFRIMENTO DO UNGIDO

Salmo 2

            Temos aqui um salmo messiânico, pelo fato de se referir à pessoa do Messias.

            Há uma referência interpretada pela Carta aos Hebreus como referência a Jesus Cristo: “Tu és meu filho”.

            O Messias é desprezado e perseguido.

            Mas ao final impõe sua majestade e a grande vitória sobre seus perseguidores.


 11 de julho

 O MAJESTOSO NOME DE DEUS

Salmo 8

            O Senhor, que fez os céus e a terra, também criou o ser humano, a coroa da criação.

            Por seu ato criador, revelação da sua eterna majestade, o Senhor é glorificado e honrado neste salmo. 


 12 de julho

 A REALIDADE DE DEUS

Salmo 14

            O salmista vê na existência de Deus algo tão natural e autoexplicativo que atribui ao ateísmo certa tolice, ou ingenuidade de visão.

            Mais do que provas para a sua existência, Deus marca nossas vidas com experiências a respeito do seu amor e misericórdia.


13 de julho

 QUEM HABITARÁ NO SANTUÁRIO DO SENHOR?

Salmo 15

            O santuário é o símbolo da presença de Deus.

            Quem estará diante do Senhor?

            A resposta do salmista não se refere a discursos ou experiências prodigiosas. Mas à ética. Os valores do Reino vinculam-se à conduta e ao compromisso com os caminhos do Senhor.


14 de julho

 DEUS AO LADO

Salmo 16

            Não há nada melhor do que ter Deus ao lado.

            A firmeza dos pés ao andar, a destreza das mãos nas ações, a pureza dos olhos, a contrição do coração e o equilíbrio da mente e das emoções depende, essencialmente, de termos Deus ao nosso lado.

 


15 de julho

 O LIVRAMENTO DO SENHOR

Salmo 18

            Não há algemas ou correntes que possam deter o ser humano quando o Senhor age para libertá-lo.

            A ação de Deus é sempre libertadora. Porque nos criou para sermos livres.

16 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: MICAÍAS
2 Crônicas 18.1-34

Micaías, o profeta, é um exemplo de fidelidade em meio à infidelidade.
Enquanto profetas comprados só diziam o que agradava ao rei, Micaías preferir ser fiel a Deus do que aos homens.
E é claro que teve de pagar um preço.
A fidelidade a Deus sempre tem um preço.


17 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: NOVOS RUMOS PARA O REINO
2 Crônicas 34.1-33

Após um período de grande afastamento de Deus, o povo redescobre o valor da comunhão com o Senhor e as vantagens de seguir os seus mandamentos.
A vida do povo agora começa a mudar. Sempre a vida muda quando a Palavra de Deus começa a ser cumprida.


18 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: A QUEDA DE JERUSALÉM
2 Crônicas 36.15-23

Infelizmente, apesar dos momentos de renovação da fé, o povo e seu governo continuam preferindo se afastar de Deus.
A queda de Jerusalém não foi apenas a queda de uma cidade. Foi a queda de uma nação. Foi a queda de um povo.


19 de junho

O DECRETO PARA O RETORNO
Esdras 1.1-11

Sete décadas de cativeiro babilônico e agora chega a hora de voltar.
Por intervenção de Deus, a Pérsia domina a Babilônia. Ciro, o rei persa, autoriza o povo a voltar para sua terra. O plano de Deus para o povo prossegue.


20 de junho

RECONSTRUÇÃO
Esdras 3.1-13

Era a hora de reconstruir.
Depois de tanto tempo fora da terra, a volta significa que há muito a fazer para voltar aos princípios do mesmo propósito.
Não só reconstruir a cidade, mas a própria vida do povo e da sua comunhão com o Senhor.
É o que mais vale para Deus: vidas refeitas.


21 de junho

ORAÇÃO DE CONTRIÇÃO
Esdras 9.1-15

Começamos a escrever uma nova página na vida resolvendo as questões das páginas anteriores. É preciso virá-las.
E nada melhor do que o arrependimento e a contrição para virar páginas mal escritas.


22 de junho

CONFISSÃO
Esdras 10.1-17

A confissão é a visibilidade do arrependimento.
O arrependido admite diante de Deus que errou e precisa de perdão.
Ao coração contrito e arrependido, Deus sempre responde com perdão e graça.


23 de junho

O RETORNO DE NEEMIAS
Neemias 1.1-11

O retorno de Neemias seria um ponto marcante na história da reconstrução nacional de Israel.
A sua obra principal seria levantar de novo os muros da cidade. E essa obra se torna uma saga de fé e confiança, provações e vitória.
Especialmente se torna um exemplo singular de liderança.


24 de junho

PRONTO PARA RECONSTRUIR
Neemias 2.1-20

Para começar uma grande obra é preciso uma coisa fundamental: gente disposta a realizá-la.
Sem pessoas dispostas a fazer a obra, sem pessoas que sejam instrumentos nas mãos de Deus, nada acontece. Porque Deus usa pessoas.
Consciente disso, Neemias coloca sua própria vida nas mãos de Deus. E reúne todos aqueles que desejam o mesmo.
As coisas só se transformam quando há pessoas transformadas.


25 de junho

SUPERANDO AS DIFICULDADES DA OBRA

Neemias 4.1-23

            Assim como Neemias encontrou dificuldades para reconstruir os muros de Jerusalém, sempre que nos prepomos a fazer reconstruções na vida vamos lidar com oposição e obstáculos.

            É preciso ter maturidade e confiança em Deus para superá-los.


26 de junho

FIRME NA OBRA

Neemias 6.1-16

            A persistência é a melhor reação, quando temos objetivos firmados, para que não nos desviemos dos caminhos propostos.

            Persistir é seguir adiante. É não se afastar dos propósitos originais.


27 de junho

A REDESCOBERTA DA LEI

Neemias 8.1-18

            Nos recomeços e reconstruções, a base mais sólida que existe é a da Palavra de Deus.

            É sobre essa rocha de valor inestimável que devemos lançar os fundamentos daquilo que queremos erguer.

            Não há lugar mais seguro do que na sólida base da Palavra do Senhor.


28 de junho

CONFISSÃO E RESTAURAÇÃO

Neemias 9.1-37

            Quando é preciso virar páginas para começar a escrever páginas novas, é indispensável que os corações estejam contritos e quebrantados, devidamente arrependidos e restaurados.

            Páginas novas começamos a escrever quando acertamos os nossos desajustes com o Senhor.

            E os desajustes com o Senhor só são acertados quando há arrependimento sincero.


29 de junho

CONSPIRAÇÃO CONTRA O POVO

Ester 3.1-15

            A conspiração de Hamã contra o povo de Deus era uma conspiração contra os próprios propósitos do Senhor.

            A rebeldia contra a vontade divina sempre gera consequências danosas.


30 de junho

 DISPOSTA A SERVIR A DEUS

Ester 4.1-17

            Deus pode usar outras pessoas. Não somos insubstituíveis.

            Se Ester se negasse a ser usada para abençoar o povo, Deus lançaria mão de outros instrumentos.

            Mas não devemos abrir mão de servir a Deus. É sempre um grande privilégio. E uma grande perda quando não aproveitamos a oportunidade de sermos úteis.

1 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: A ARCA EM JERUSALÉM (1)
1 Crônicas 13.1-14

A arca representava a presença de Deus junto ao povo.
Foi transportada junto com o tabernáculo durante a travessia no deserto.
Agora, na terra conquistada, Davi queria transportá-la para o templo.


2 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: A ARCA EM JERUSALÉM (2)
1 Crônicas 15.1-29

Para o povo de Israel, era muito importante que a arca estivesse em Jerusalém — a capital do reino unificado por Davi.
Porque ela representava, especialmente, a fidelidade divina em termos do propósito de Deus para o seu povo.
O povo nem sempre era fiel. Mas a arca estava ali, diante deles, para lembrar sempre que a aliança feita com Deus continuava.


3 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: A ARCA EM JERUSALÉM (3)
1 Crônicas 16.1-43

Agora estava tudo encaminhado para a construção de um novo templo.
Mas esse privilégio não será dado a Davi. Seu filho, Salomão, conduzirá a construção do templo e a devida introdução da arca ao serviço sacerdotal.
A arca era um objeto sagrado, cujo valor não se concentrava em si propriamente, mas na sua simbologia.


4 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: PROMESSA E CONSAGRAÇÃO
1 Crônicas 17.1-27

De nada adianta o Senhor fazer suas promessas se, em contrapartida, não estivermos dispostos a dedicarmos nossa vida a Ele.
Só há uma maneira de respondermos às promessas divinas: confiança em seu amor e em sua graça.
Confiança demostrada na consagração das nossas vidas.


5 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: DAVI QUER ERGUER O TEMPLO
1 Crônicas 28.1-21

A construção do templo era um sonho para Davi.
Mas Deus possuía outros planos.
Nem sempre as coisas acontecem como gostaríamos. Acima de tudo, precisamos confiar na condução do Senhor.


6 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: OFERTAS PARA O TEMPLO
1 Crônicas 29.1-20

A participação do povo na construção do templo se daria através das ofertas consagradas.
O projeto de honrar ao Senhor com um grande templo exigia, também, um grande sacrifício e uma ampla participação de todos.


7 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: DE DAVI A SALOMÃO
1 Crônicas 29.21-30

O tempo de Davi estava chegando ao fim.
Agora era a vez de Salomão assumir o reinado.
O momento de transição é sempre positivo quando conduzido por Deus. É melhor contar com a orientação divina para as grandes mudanças.


8 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: O PEDIDO DE SALOMÃO
2 Crônicas 1.1-17

Salomão podia ter pedido várias outras coisas, mas preferiu pedir sabedoria.
E porque pediu sabedoria, acabou alcançando também as outras coisas.


9 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: O TEMPLO (1)
2 Crônicas 2.1-18

Enfim, o templo começa a ser construído.
Sonho antigo de Davi, agora se realiza pelas mãos do filho, Salomão.
O grande símbolo da religião judaica será erguido.
________________________

10 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: O TEMPLO (2)
2 Crônicas 3.1-17

A mobilização para a construção do templo não é apenas material.
É principalmente a mobilização do coração e do sentimento.
Na obra de Deus, o que dedicamos não é apenas um ato litúrgico. É, acima de tudo, um impulso de amor por Deus e sua obra.


11 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: O TEMPLO (3)
2 Crônicas 6.12-42

Dedicar o templo ao Senhor é mais do que dedicar um espaço físico ou uma construção de tijolos.
É dedicar a própria vida. Contrita e consagrada.


12 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: O TEMPLO (4)
2 Reis 7.1-22

É sempre bom poder chegar ao fim de um projeto. Realizá-lo. E saber que os objetivos foram atingidos. É muito boa a sensação de realização interior.


13 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: O REINADO DE SALOMÃO (1)
2 Reis Crônicas 8.1-18

Salomão conduziu o reinado mais próspero da história de Israel.
E tudo porque foi um rei sábio.
Precisamos de governos que ajam com sabedoria para atingirem a prosperidade desejada.


14 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: O REINADO DE SALOMÃO (2)
2 Crônicas 9.1-31

Salomão começa muito bem, mas o final do seu reinado é melancólico. Por causa de certas decisões e cumplicidades, Salomão também deixa um reino sem sucessores à sua altura.
Um líder precisa deixar sucessores. Ou seu trabalho sempre acabará por desfazer-se. Como aconteceu com o reinado de Salomão.


15 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: O REINO DIVIDIDO
2 Crônicas 10.1-19

A insensatez do filho de Salomão, a sua vaidade, o seu orgulho e a teimosia levaram o reino a se dividir.
A unificação das tribos e dos clãs, conquistada por Davi, agora havia se esfacelado. E nunca mais o reino voltaria a ser o que foi.
Governantes despreparados deixam legados lamentáveis. E, por vezes, insolúveis.

14 de maio

 A DEDICAÇÃO DO TEMPLO (1)

1 Reis 8.22-51

            Depois da construção, veio a dedicação.

            Como a colheita depois do longo e árduo processo de semeadura.

            Grandes feitos exigem grande dedicação. Grandes resultados requerem enormes sacrifícios. O templo representava o coroamento da dedicação do rei e do povo.

 


15 de maio

 A DEDICAÇÃO DO TEMPLO (2)

1 Reis 8.52-66

            A dedicação do tempo é uma resposta à ação misericordiosa de Deus.

            A Ele dedicamos o que nos foi dado pela graça.

Não como tentativa de negociação com Deus, para obter bênçãos. Mas por simples agradecimento.


16 de maio

 RESPOSTA DE DEUS

1 Reis 9.1-9

            Quando estamos no altar de Deus, com corações sinceros e contritos, Ele responde. E em sua resposta somos lembrados acerca dos seus propósitos, da nossa condição e da sua imensa graça para conosco.


17 de maio

 O PRÓSPERO REINADO DE SALOMÃO

1 Reis 10.1-29

            O maior reinado de Israel, em termos de prosperidade e influência, foi o de Salomão, sem dúvida.

            Lembremos que ele pediu sabedoria no início de tudo. E, pela sabedoria que lhe foi dada, exerceu um relevante reinado.

 


18 de maio

O INÍCIO DA QUEDA

1 Reis 11.1-13

            O coração humano é enganoso. E se deixa levar pelas paixões.

            Sob a égide das paixões, começa a queda. E Salomão não ficou livre das nefastas consequências de suas opções e escolhas apaixonadas.


19 de maio

 TRISTE FINAL

1 Reis 11.26-43

            Começar bem é bom. Terminar bem é melhor ainda.

            Há muitos que começam bem, mas terminam mal.

            Com Salomão foi assim. O importante na vida é também terminar bem.


20 de maio

 A DIVISÃO DO REINO

1 Reis 12.1-24

            A insensatez dos sucessores do trono levou à divisão do reino em dois: sul e norte, ou Judá e Israel, com as capitais em Jerusalém e Samaria.

            A partir de agora, o povo está dividido. E a narrativa bíblica passará a enfocar dois povos, dois reis, duas histórias, dois destinos.


21 de maio

O PROFETA ELIAS (1)
1 Reis 17.1-24

Elias foi o primeiro grande profeta de expressão na história do povo de Deus, abrindo o chamado período de profetismo. Sua biografia está repleta de narrativas prodigiosas.
O profeta é o porta-voz de Deus. Fala em nome do Senhor. E Elias fez isso muito bem.


22 de maio

O PROFETA ELIAS (2)
1 Reis 18.1-29

A fidelidade de um profeta tem preço.
Às vezes ele sofre perseguições e injúrias.
Elias foi perseguido, mas permaneceu fiel ao que precisava fazer em favor do Reino de Deus.


23 de maio

O PROFETA ELIAS (3)
1 Reis 18.30-46

Muitas vezes é preciso coragem para dar testemunho fiel da Palavra de Deus.
Mas o Senhor é fiel para com aqueles que o honram. E não deixa que seu nome seja envergonhado por aqueles que desejam ridicularizá-lo.
É sempre bom servir a um Deus fiel.


24 de maio

O PROFETA ELIAS (4)
1 Reis 19.1-18

Deus não abandona seus servos. Demonstra sua presença e permanece na companhia deles, mesmo em momentos difíceis.
Elias sentiu a presença confortadora do Senhor quando mais precisava dela.
E foi renovado em sua confiança e em sua esperança.


25 de maio

ELIAS E ELISEU
2 Reis 2.1-18

Os servos passam, mas a obra de Deus continua.
O Senhor escolhe aqueles que vão dar continuidade à proclamação do Reino. Como já havia feito em relação a Moisés, escolhendo Josué.
A obra do Senhor não cessa.
E bem-aventurados são aqueles que se tornam instrumentos de Deus nessa obra.


26 de maio

NAAMÃ
2 Reis 5.1-19

Naamã não foi curado apenas da lepra.
O texto mostra que ele também curado do seu orgulho, da sua incredulidade, da sua ansiedade e da confiança em deuses estranhos.
Naamã foi restaurado por fora e por dentro.
A graça de Deus opera assim: a obra é completa.


27 de maio

O CERCO
2 Reis 6.24—7.20

Foram momentos muito difíceis, de fome e desespero para o povo de Deus nesse período do cerco inimigo.
Mas também foi a oportunidade de ação da graça divina em favor dos seus servos.
Nos momentos de grande tribulação temos as maiores oportunidades de experimentar a graça amorosa do Senhor.


28 de maio

RESTAURAÇÃO DA FÉ (1)
2 Reis 22.1-20

Depois de um período de infidelidade e afastamento do Senhor, o povo é conduzido por Deus para um momento de reavivamento e renovação.
Nossa fé precisa de revigoramento contínuo. Vivemos num mundo perdido. Por isso, nossa fé precisa ser sempre renovada.


29 de maio

RESTAURAÇÃO DA FÉ (2)
2 Reis 23.1-30

A fé é renovada a partir do reencontro com a Palavra de Deus.
Somente diante da Palavra, e do que a Palavra opera em nosso interior, podemos ser renovados e revigorados.


30 de maio

A QUEDA DE JERUSALÉM
2 Reis 25.1-26

Após muitas advertências e exortações, especialmente da parte dos profetas, Jerusalém cai nas mãos dos caldeus. A infidelidade do povo levou à quebra da aliança feita com Deus.


31 de maio

RECONTANDO A HISTÓRIA: REINADO DE DAVI
1 Crônicas 11.1-25

O reinado de Davi foi um período de grande progresso e de unificação da nação de Israel.
Foi um reinado tão significativo que passou a simbolizar o próprio reino messiânico. Por isso, Jesus Cristo, que era descendente de Davi, era chamado também de “filho de Davi”

1 de maio

CONSEQUÊNCIAS

2 Samuel 12.1-31

            Todas as decisões levam a consequências, algumas benéficas e outras tremendamente danosas.

            Tudo depende da decisão tomada. Podemos escolher, pois para tanto temos o livre-arbítrio. Mas liberdade requer responsabilidade. É preciso assumir as consequências.


2 de maio

 FILHO CONTRA PAI

2 Samuel 15.1-37

            O grande drama de Davi foi ter de enfrentar a rebelião do seu próprio filho, Absalão, querendo tomar o trono.

            Davi enfrentara muitos inimigos. Agora tratava-se do pior de todos: o próprio filho.

 


3 de maio

TRAGÉDIA EM FAMÍLIA

2 Samuel 18.1-36

            As questões familiares sempre são as mais doídas, as que mais ferem, as que mais marcam.

            Não foi diferente com Davi. O próprio filho se rebelando contra ele levou-o à sua pior batalha.

            Mas há confrontos na vida que são inevitáveis.

 


4 de maio

CANTICO DE DAVI (I)

2 Samuel 22.1-22

            Cantar a Deus quando tudo vai bem, é fácil.

            Cantar ao Senhor depois de uma grande dor, ou carregando uma grande ferida, como acontecia com Davi, é uma atitude de fé e esperança.


5 de maio

 CÂNTICO DE DAVI (II)

2 Samuel 22.23-51

            Louvamos ao Senhor sempre, por dois motivos.

            Primeiro, por confiar que Ele conduz a nossa vida. E, segundo, por gratidão às suas bênçãos sobre nós.

            Ainda que muitas coisas não possam ser explicadas, resiste a confiança nos propósitos divinos. E, junto à confiança, sempre bate um coração agradecido.


6 de maio

O ALTAR DA CONTRIÇÃO

2 Samuel 24.1-25

            Davi está chegando ao fim da vida e do reinado. Desejou construir o templo, mas Deus não permitiu, porque suas mãos guerreiras estão manchadas de sangue.

            Faz, então, a compra do terreno em que o templo seria erguido. E o dedica a Deus.

            Isto é: o terreno já era um templo antes de ser um templo. O que vale é o que está no coração.


7 de maio

 SALOMÃO

1 Reis 1.28.53

           Salomão ficou conhecido por duas peculiaridades do seu reinado: a sabedoria e a riqueza.

            Foi o reinado mais rico do povo de Israel. Porque foi o mais sábio.

            A prosperidade não pode se dissociar da sabedoria. Senão, vira opulência. E só.


8 de maio

DE PAI PARA FILHO

1 Reis 2.1-12

            Antes da sua morte, o rei Davi resolveu deixar com o filho, que o substituiria no trono de Israel, algumas recomendações importantes.

            Feliz o filho cujo pai possui experiência suficiente para transmitir-lhe. E feliz o pai cujo filho sabe ouvir aquilo que é dito.


9 de maio

 SABEDORIA

1  Reis 3.1-15

            No Antigo Testamento, há pelo menos dois livros dedicados à reflexão sapiencial: Provérbios e Eclesiastes. Ambos são creditados à autoridade de Salomão.

            De qualquer modo, sabedoria é sempre requisito imprescindível para uma vida de qualidade.


10 de maio

 DECISÃO SÁBIA

1 Reis 3.16-28

            A melhor contribuição que uma mente sábia pode dar a alguém é a capacidade de tomar decisões acertadas.

            Quem toma decisões acertadas no presente, arrepende-se menos no futuro ao olhar para trás.


11 de maio

REI SÁBIO

1 Reis 4.20-34

            É tudo o que uma nação mais precisa: governantes sábios.

            O povo governado por pessoas sábias só têm a ganhar. A sabedoria que conduz a decisões corretas, escolhas justas e integridade administrativa.

            O contrário também é verdade: infeliz é a nação governada por insensatos e espertos. Insensatos levam a nação à bancarrota. Espertos só atuam em favor de si mesmos.


12 de maio

A CONSTRUÇÃO DO TEMPLO (1)

1 Reis 5.1-18

            Davi foi impedido de construir o templo. Salomão o faria.

            O templo se tornaria no centro da adoração judaica. Seguiria os mesmos moldes impostos ao tabernáculo, durante a travessia no deserto.

            O templo ocuparia lugar central na história de Israel, como será visto adiante.


13 de maio

 A CONSTRUÇÃO DO TEMPLO (2)

1 Reis 6.1-38

            Construção exige sacrifício e empenho. Quanto mais empenho e sacrifício, maior valor terá aquilo que edificamos.

            Principalmente quando se trata de algo para o Reino de Deus.

23 de abril

 LAMENTO

2 Samuel 1.17-27

            O lamento de Davi é praticamente um réquiem. O final trágico de Saul e Jônatas não significa vitória para ele. Há um profundo pesar pelo desfecho da história.

            Davi lamenta que tudo tivesse terminado daquela forma. Lamenta, especialmente, a precariedade da natureza humana que se envereda por caminhos desastrosos.


24 de abril

DAVI REI

2 Samuel 2.1-7

            A escolha de Davi como rei agora se concretiza na unção que lhe é feita.

            Os percalços foram muitos, os obstáculos se intensificaram, mas apesar de tudo isso, Davi chegar ao cumprimento do propósito de Deus.

            Não há como impedir que o propósito de Deus se realize.


25 de abril

 JERUSALÉM

2 Samuel 5.1-25

            A conquista de Jerusalém leva ao estabelecimento da capital do reino.

            Davi consegue reunir as tribos de Israel, transformando-as numa nação — que teria, como se vê, a cidade santa como capital.

            Por isso, o reinado de Davi é visto como símbolo do reinado messiânico, apontando para o forte reinado do Messias no futuro.


26 de abril

 A ARCA NA CIDADE SANTA

2 Samuel 6.1-23

            A arca foi conduzida pelo deserto para representar a presença de Deus junto ao povo durante a peregrinação para a terra prometida.

            Nada mais natural que agora fosse transportada para a capital do reino de Israel. E, posteriormente, ocuparia o lugar santo no templo de Jerusalém — que seria erguido por Salomão


27 de abril

PROMESSA E ORAÇÃO

2 Samuel 7.1-29

            Uma nova fase começa na vida do povo de Israel.

            E nessa nova fase, o rei e o povo se apresentam diante de Deus para uma dedicação contrita.

            Diante da promessa de Deus, respondemos com a nossa fidelidade.


 28 de abril

 DAVI GUERREIRO

2 Samuel 8.1-18

            Muitas outras conquistas foram necessárias. E a defesa do território conquistado também exigiria a participação bélica do povo.

            Deus não permitiu que Davi construísse o tempo porque suas mãos estavam cheias do sangue dessas guerras.

            Conquistas e vitórias impõem seu preço.


29 de abril

 MEFIBOSETE

2 Samuel 9.1-12

            Uma das mais belas figuras bíblicas da redenção.

            É bem assim que o Senhor nos redime: leva-nos da queda e seus prejuízos a ocupar um lugar ao lado do seu trono.


30 de abril

 QUEDA

2 Samuel 11.1-27

            Davi era o “homem segundo o coração de Deus” e, no entanto, deixou-se levar pelos apelos da carne e do desejo.

            Quando a paixão fala mais alto, emudecem-se a razão, a sensatez e a memória da Palavra de Deus.

16 de abril

O VENENO DA INVEJA

1 Samuel 18.1-30

            A inveja corrói o coração do invejoso. E o leva a amarguras profundas.

            A vitória de Davi sobre Golias provocou a admiração do povo. E a admiração do povo por Davi, por sua vez, provocou a inveja de Saul.

            E o invejoso fica cego.


17 de abril

PERDENDO O CONTROLE

1 Samuel 19.1-24

            O coração invejoso move mãos invejosas. E as mãos invejosas se movem, muitas vezes, em direção a posturas e atos insanos.

            O invejoso perde o controle sobre suas reações. E as reações costumam ser péssimas.


18 de abril

AMIZADE SINCERA

1 Samuel 20.1-43

            A amizade de Davi e Jônatas nasce num contexto desfavorável, pois era justamente o pai de Jônatas que desejava dar cabo da vida de Davi.

            Enfim, amizades sinceras independem de contextos favoráveis ou não. Amizades sinceras nascem de certa identificação essencial entre duas pessoas. E permanece apesar das diferenças contingenciais.


19 de abril

A VOLTA POR CIMA

1 Samuel 24.1-22

            A reação de Davi à tentativa de Saul de assassiná-lo é uma antecipação do que o Senhor Jesus Cristo ensinaria séculos mais tarde: em vez de vingança, é melhor andar a segunda milha.


20 de abril

OUTRA VOLTA POR CIMA

1 Samuel 26.1-25

            Numa outra oportunidade, muito semelhante à primeira, Davi novamente prefere abrir mão do sentimento vingativo.

            Não é fácil fazê-lo. Não é nada fácil declinar do pagamento na mesma moeda.

            Mas quem consegue reagir assim, fica maior. Bem maior.


 21 de abril

CEGUEIRA

1 Samuel 28.1-25

            No afã de permanecer no poder, vendo o trono ameaçado pela admiração a Davi, o rei Saul burla a Lei do Senhor, que proibia a consulta aos mortos.

            A inveja o torna cego. Pois a inveja só enxerga o que quer ver.

            E, normalmente, nada vê. Ou vê torto.


 22 de abril

 FINAL TRÁGICO

1 Samuel 31.1-13

            Uma vida com final trágico.

            Assim Saul encerra sua biografia: dando cabo da própria vida.

            Final trágico. Mas não uma tragédia repentina. Na verdade, uma tragédia semeada, cultivada e anunciada.

            Fruto colhido porque assim foi semeado.

9 de abril

EBENÉZER

1 Samuel 7.2-17

            A expressão “Ebenézer” significa “até aqui o Senhor nos ajudou”.

            Samuel reconhecia a vitória sobre os filisteus como dádiva graciosa de Deus.

            É bom olhar para trás e constatar que o Senhor permaneceu ao nosso lado.


10 de abril

O PRIMEIRO REI

1 Samuel 11.1-25

            O primeiro rei do povo de Israel foi Saul.

            Não seria uma boa primeira experiência. Pelo contrário: a história termina de modo trágico.

            É preciso saber escolher muito bem o primeiro passo a ser dado. Pois esse primeiro passo pode definir todo o restante da caminhada.


11 de abril

EXORTAÇÃO DE SAMUEL

1 Samuel 12.1-25

            Samuel continua um juiz prestigiado e respeitado pelo povo. Por isso, suas palavras de advertência e exortação são sempre benvindas.

            E é claro que a exortação feita ao povo sempre aponta um único caminho para as bênçãos divinas: andar nos caminhos do Senhor.


12 de abril

REJEIÇÃO

1 Samuel 15.1-35

            Saul foi rejeitado por Deus.

            Rejeitado porque não honrou o lugar que ocupou.

            Rejeitado porque preferiu trilhar seus próprios caminhos.

            Rejeitado porque não basta querer usufruir da bondade de Deus. É necessário, também, querer cumprir a sua santa vontade. 


13 de abril

DAVI EM CENA

1 Samuel 16.1-13

            Aqui Davi entra em cena. Escolhido para suceder Saul. E para ser o rei mais importante da história de Israel.

            Era o menor. O mais fraco. Aquele em quem ninguém acreditava.

            Pois foi exatamente a quem o Senhor elegeu para imperar sobre Israel. Os critérios de Deus são bem diferentes dos nossos critérios.


14 de abril

 DAVI E GOLIAS (I)

1 Samuel 17.4-25

            A luta entre Davi e Golias tornou-se uma narrativa amplamente conhecida.

Símbolo da vitória do mais fraco sobre o mais forte, na verdade a luta contra Golias representa que não há obstáculos instransponíveis quando confiamos nas provisões e no fortalecimento do Senhor.


15 de abril

 DAVI E GOLIAS (II)

1 Samuel 17.26-50

            A vitória de Davi sobre Golias não se deu por causa das cinco pedras na atiradeira. Golias só foi vencido porque Deus estava por trás daquelas pedras.

            São muitos e diferentes os Golias que precisamos enfrentar ao longo da vida.

            Mas Deus é o mesmo.

1 de abril

A BATALHA DE GIDEÃO

Juízes 7.1-25

            A Deus não importa a quantidade, e sim a qualidade dos poucos.

            Trezentos nas mãos de Deus valem muito mais que milhares.

 


2 de abril

 SANSÃO

Juízes 13.1-25

            É interessante como os personagens de juízes possuem qualidades e defeitos, como qualquer um de nós.

            Toda a questão é saber superar os defeitos e fortalecer as virtudes.

            E é em comunhão com Deus que nos tornamos mais capazes de fazer isso.

 


3 de abril

 PAIXÃO E TRAGÉDIA DE SANSÃO

Juízes 16.1-31

            Paixões são perigosas. Embaçam a visão. Deturpam a realidade. E num desses transes apaixonados, Sansão mudou o rumo da sua vida. Saiu dos caminhos para os descaminhos.

            E os descaminhos, muitas vezes, conduzem a tragédias pessoais. Como a que viveu Sansão.


4 de abril

RUTE

Rute 1.1-22

            O livro de Rute é curto. Reúne apenas quatro capítulos. Mas dele destacamos dois textos. O primeiro a se referir ao contexto familiar de Rute e às mudanças da sua vida.

            Quando nossas vidas estão nas mãos de Deus, os acontecimentos se seguem e nem percebemos a condução dada pelo Senhor.

 


5 de abril

 DE RUTE A DAVI

Rute 4.1-22

            Rute entra na árvore genealógica de Jesus Cristo, juntamente com Raabe, Tamar e Maria.

            E o elo vinculante é Davi. O reinado davídico se torna um símbolo do reinado messiânico.

 


6 de abril

 RESPOSTA À SÚPLICA

1 Samuel 1.1-20

            A súplica angustiada de Ana foi respondida.

            E assim foi agraciada, passando de estéril à mãe de filhos, inclusive de Samuel, aquele que seria o último juiz de Israel.

            É muito bom poder chorar no colo do Senhor.


7 de abril

 SAMUEL

1 Samuel 1.21-28

            Aquela criança era uma promessa. Promessa de mudanças no curso da história de Israel.

            Através de Samuel, o povo seria levado a novos dias e novos horizontes.

            Nunca sabemos o futuro de uma criança, e quanto pode ser significativo tal futuro.


8 de abril

TEU SERVO OUVE

1 Samuel 3.1-21

            Orientado pelo sacerdote Eli, o menino Samuel deveria responder à chamado do Senhor: “Fala, porque o teu servo ouve.”

            O teu servo ouve. Outra não deve ser a nossa disposição diante de Deus, senão estar sempre prontos a ouvir a sua Palavra.

22 de março

 SEJA CORAJOSO E FORTE

Josué 1.1-9

            Duas virtudes principais o sucessor de Moisés precisava ter. A coragem, ponto de partida para todas as iniciativas. E a força, para persistir diante das adversidades.

            O motivo dado por Deus era suficiente: Ele estaria ao lado dele.

            Nada mais motivador, para ser corajoso e forte, do que saber que o Senhor nos acompanha.


23 de março

PASSANDO O JORDÃO

Josué 3.1-17

            A passagem do Jordão representava o grande marco da chegada à terra prometida. Simbolizava que, agora, o deserto era deixado para trás, juntamente com a escravidão, e uma nova história seria escrita.

            A partir daquela travessia, Israel seria um povo livre, uma nação do mundo e, especialmente, teria uma terra própria.

            Não foi à toa que a passagem do Jordão passou a simbolizar, para os cristãos, a passagem para a eternidade. Não há vida mais nova do que a que teremos quando o Jordão for passado.


24 de março

 MEMÓRIA E GRATIDÃO

Josué 4.21-24

            Tudo o que o povo experimentava, agora teria de ser contado e ensinado aos filhos, para que as gerações seguintes jamais se esquecessem da misericórdia do Senhor e do cumprimento das suas promessas.

            A maior expressão de gratidão é passarmos adiante as narrativas das bênçãos recebidas. Para que todos saibam. E confiem também.


 25 de março

CAEM AS MURALHAS

Josué 6.1-27

            Jericó era a cidade forte a ser vencida pelos hebreus para dar início à posse da terra.

            Com muralhas aparentemente indestrutíveis, Jericó se tornava um grande desafio.

            Mas as muralhas caíram.

            Afinal, não há muralha que resista aos propósitos divinos.


26 de março

DESOBEDIÊNCIA

Josué 7.1-26

            O episódio de Acã serve para ilustrar as terríveis consequências da desobediência, quando insistimos em adotar valores contrários aos princípios da Palavra.

            A bênção divina está associada à obediência aos ensinos da lei do Senhor.


27 de março

 TEMPO PARA LUTAR

Josué 10.1-15

            A noite caía. E o povo permanecia na luta. Os avanços seriam prejudicados se a escuridão se dissipasse. Josué, então, orou para que o Senhor providenciasse uma solução.

            O anoitecer foi adiado. E houve para tempo para a luta.

            Quando o Senhor nos concede tempo para lutar, valorizemos o tempo que temos.


28 de março

 ÚLTIMAS PALAVRAS

Josué 23.1-16

            Passamos, e às vezes só permanecem as palavras que deixamos, junto ao nosso exemplo e à conduta que influencia aqueles com quem convivemos.

            Josué, nas suas últimas palavras, soube reconhecer a fonte de toda a sua força. E principalmente repassar a sua história, como a história do povo, à luz dos propósitos divinos.


29 de março

 DÉBORA

Juízes 4.1-24

            A primeira mulher de liderança efetiva revelada nas páginas bíblicas merece menção especial em nossas reflexões. Portanto, é um dos textos mais significativos da Palavra.

            O que importa na essência, sejamos homens ou mulheres, é que estejamos nas mãos de Deus para sermos usados por Ele.


30 de março

 O CANTO DE DÉBORA

Juízes 5.1-31

            Os que cantam não o fazem apenas para exibições particulares ou interesses próprios, senão para reconhecer a ação divina no contexto dos acontecimentos históricos.

            É questão de graça da parte de Deus. E confiança da nossa parte.


31 de março

 GIDEÃO

Juízes 6.1-40

            Mais um personagem para compor a galeria dos juízes de Israel, anteriores à monarquia, e inspirar nossa confiança na providência divina.

            Gideão é um exemplo de que, quando Deus nos separa para a sua obra, nunca nos deixa sozinhos.

15 de março

A OBEDIÊNCIA

Deuteronômio 28.1-14

            A grande vantagem da obediência é, justamente, o que se tem como resultados. A obediência produz bons frutos.

            Porque a obediência ao Senhor significa andar em seus caminhos.

            Como seus caminhos são sempre corretos, quem obedece anda sempre na retidão. E a retidão conduz às boas coisas.


16 de março

A DESOBEDIÊNCIA

Deuteronômio 28.15-68

            Se a obediência produz bons resultados, a desobediência traz situações de dor e sofrimento.

            O caminho da desobediência, embora tenha a aparência de vantajoso, conduz aos descaminhos da vida. Por isso, é sempre melhor obedecer aos ensinos do Senhor.


17 de março

A ALIANÇA COM O POVO

Deuteronômio 29.1-29

            Novamente o Senhor traz à lembrança do povo os termos da aliança.

            Por um lado, há a fidelidade do povo aos preceitos do Senhor. E por outro, como consequência, as bênçãos do Senhor.

            Para indivíduos e para a nação.


18 de março

ARREPENDIMENTO E VIDA NOVA

Deuteronômio 30.1-20

            O convite ao arrependimento é, também, um chamado a um novo caminho, com novos propósitos e nova conduta.

            Por isso, o texto que fala em arrependimento é seguido, imediatamente, pelo que aponta para vida ou morte.

            Arrependimento leva à vida.


19 de março

A OBRA CONTINUA

Deuteronômio 31.1-13

            Moisés chegava ao fim da sua vida. E agora se preparava para passar o cajado adiante. Seu sucessor seria Josué. Deus já providenciara um novo líder.

            As pessoas passam, as circunstâncias mudam, os tempos se vão, mas a obra do Senhor continua sendo feita. Porque, afinal, é o Senhor que a conduz sempre.


20 de março

 A BÊNÇÃO PARA O POVO

Deuteronômio 33.1-29

            O desfecho de Deuteronômio focaliza as últimas ações e palavras de Moisés como líder daquela peregrinação ao longo do deserto no rumo da terra prometida.

            Um de seus discursos finais é a bênção sobre o povo, destacando a prosperidade pessoal e nacional que acompanha a vida daquele que se submete às ordenanças do Senhor.

            Em resumo é o seguinte: quer ser abençoado por Deus, ande nos caminhos de Deus.


21 de março

 O FIM DE UMA JORNADA

Deuteronômio 34.1-12

            Após quarenta anos de travessia pelo deserto, aproximava-se a hora de conquistar a terra e obter, de maneira concreta, o cumprimento da promessa feita a Abraão, e renovada a todos os seus descendentes.

            Mas o fim de uma jornada é sempre o início de outra. É precisa saber virar a página de uma fase para começar a escrever a nova página da fase seguinte.

            E, principalmente, é preciso confiar que Deus prossegue conosco em todas as jornadas.

8 de março

 RECORDANDO AS BÊNÇÃOS

Deuteronômio 8.1-9

            Viver olhando para trás, com um saudosismo inconsequente, não é bom porque paralisa, imobiliza e impede os novos avanços. É só conferir o que aconteceu com a mulher de Ló: estava tão presa ao passado que se viu impedida de seguir adiante, transformando-se numa estátua.

            Olhar para trás só é bom quando serve para recordar as bênçãos dadas por Deus. Porque ao olhar para trás podemos agradecer. E, ao mesmo tempo, ser relembrados de que Ele esteve conosco. Lembrar do que Ele fez é ter esperança no que Ele fará.


 

9 de março

 TUDO PELA GRAÇA

Deuteronômio 9.1-6

            Assim como a terra não seria dada ao povo devido aos seus méritos ou merecimentos, também somos cercados pela graça divina porque nada recebemos por atributos pessoais.

            É a graça de Deus que nos abençoa, mesmo sendo quem somos.

            É a graça de Deus que nos perdoa, mesmo que não mereçamos.

            É a graça de Deus que nos dá a vitória, mesmo quando somos fracos.

            Porque o mérito não é nosso. O mérito é do Senhor e do seu amor.


 10 de março

 O TEMOR DO SENHOR

Deuteronômio 10.12-22

            O temor do Senhor é a base de todo o nosso relacionamento com Ele.

            Temor, nesse contexto, significa reverência, submissão e quebrantamento.

            Temor ao Senhor é saber quem Ele e quem somos. Temor ao Senhor é admitir sua santidade absoluta e nossa condição pecadora. Temor ao Senhor é observar a sua Lei e cumpri-la. Temor ao Senhor é adorá-lo de coração, e não apenas com os lábios. Temor ao Senhor é submeter-se à sua vontade. Temor ao Senhor é honrá-lo com a vida, e não somente com o discurso.

            Esse era o temor que Deus exigia do povo ao chegar à terra prometida.

 


11 de março

 AMOR E OBEDIÊNCIA

Deuteronômio 11.1-32

            Não há amor a Deus sem obediência.

            Amar a Deus significa obedecê-lo.

            A obediência é o que dá concretude à fé. A obediência, se podemos dizer assim, é a encarnação da fé.

            Tiago dizia que não há fé sem atos e gestos objetivos de obediência.

            E Cristo dizia que só reconhece aqueles que fazem a vontade do seu Pai.

            Simples assim.


 12 de março

 SINAL DA GRAÇA

Deuteronômio 15.1-18

            Tanto o cancelamento das dívidas quanto a libertação dos escravos, a cada sete anos, possuem uma dupla finalidade na lei mosaica.

            Em primeiro lugar, um equilíbrio social maior. Endividados e cativos teriam novas oportunidades. A lei mosaica não dava espaço para uma sociedade em que dívidas se acumulam, por mera ambição ou avareza dos credores, e pessoas continuam escravizadas sem chances de trilharem caminhos próprios.

            Mas a segunda finalidade era a mais importante: apontar para a ação graciosa de Deus, através de Cristo, pela qual as dívidas dos pecadores e a escravidão do pecado seriam aniquiladas pelo sacrifício redentor do Filho de Deus.


13 de março

 PÁSCOA

Deuteronômio 16.1-8

            A Páscoa, que significa passagem, comemorava a libertação dos escravos hebreus do domínio egípcio, ou a passagem da escravidão para a liberdade.

            Já instaurada em Êxodo, a festa da Páscoa é relembrada em Deuteronômio, às vésperas da conquista da terra prometida.

            Isto é, a liberdade conquistada não deveria ser esquecida.


14 de março

 O PROFETA PROMETIDO

Deuteronômio 18.14-22

            Fica claro que a promessa de um profeta a ser levantado refere-se a Jesus Cristo.

            Com uma diferença essencial em relação aos demais profetas: todos falavam em nome do Senhor. Anunciavam: “assim diz o Senhor”, porque eram porta-vozes da Palavra.

            Jesus Cristo, não. Ele seria a própria Palavra de Deus encarnada. E diria: “Na verdade, eu lhes digo”, por sua autoridade como Palavra em pessoa.

1 de março

DIANTE DA TERRA

Deuteronômio 1.1-8

Entrem e tomem posse da terra que o Senhor prometeu”. O povo agora está diante da terra. Prestes a possuir a herança prometida pelo Senhor.

É assim que começa o livro de Deuteronômio, ou o livro da repetição da Lei. Tudo o que Deus ordenara anteriormente, agora se cumpria. E a Lei deve ser relembrada.

Não basta ao povo ter uma terra. Nem basta que seja livre. É necessário que viva de acordo com a Palavra do Senhor.

Antes de possuir a terra, o povo deve permitir que Deus possua seus corações.


 

2 de março

 MEMÓRIAS

Deuteronômio 2.1-23

No caminho rumo à posse da terra prometida, o povo é relembrado do longo tempo de travessia pelo deserto. Em especial, é trazido à memória de todos o fato de que o Senhor os sustentou e preservou na peregrinação, embora demonstrassem revolta e murmuração contra Deus.

Fica muito claro para o povo que o Senhor cuidou do povo e foi misericordioso ao sustentá-los.

Mas também enfatiza que as bênçãos divinas dependem da fidelidade aos seus ensinos e leis.


 

3 de março

 OBEDIÊNCIA

Deuteronômio 4.1-14

 

O Senhor entregou ao povo as suas leis. Esperava que agora fossem obedientes à sua Palavra.

A obediência é a maior prova de fé. Somente quem crê de coração é capaz de obedecer com fidelidade.

Não há fé sem obediência. Assim como não há amor sem ação ou gestos concretos.


 

4 de março

 UM SÓ DEUS

Deuteronômio 4.32.-40

A revelação divina ao povo sempre acentuou o fato de haver apenas um só Deus. Por isso, não se admite na lei dada ao povo a adoração a outros deuses.

A ênfase no monoteísmo — a crença de que só há um Deus — é a base de tudo o que foi ensinado aos israelitas. E, portanto, é o fundamento de toda a espiritualidade judaica.

A grande diferença entre os israelitas e os povos cananeus seria justamente essa: não a intensidade da devoção, ou o requinte dos rituais, mas a fidelidade ao único Deus verdadeiro.


 

5 de março

RECORDANDO OS MANDAMENTOS

Deuteronômio 5.1-33

Mais uma vez, à entrada da terra prometida, Deus relembra ao povo os conceitos e preceitos da sua Lei.

O povo estava livre. Já não vivia mais sob a cruel escravidão. Agora seria uma nação.

E para começar bem a sua história como nação, Israel precisava aprender e viver a Lei do Senhor. Uma nação só é abençoada quando a Lei do Senhor é praticada.


 

6 de março

 OUÇA, Ó ISRAEL

Deuteronômio 6.1-25

Não se trata apenas de conhecer a Lei do Senhor. Uma nação precisa vivê-la e praticá-la. E ainda mais: preciosa ensinar os princípios éticos e morais da Lei do Senhor aos filhos.

A melhor herança que se passa aos filhos é o conhecimento da Palavra de Deus. Machado de Assis dizia que o menino é o pai do homem. Isto é, o que o menino é hoje, acabará sendo como homem amanhã.

Ensinar a criança a ser honesta é formar um adulto honesto. Ensinar a criança a viver com dignidade é formar um adulto digno. O apelo é sempre esse: ouça, Israel.


 

7 de março

AS BÊNÇÃOS DA OBEDIÊNCIA

Deuteronômio 7.12-26

O caminho da obediência é sempre abençoado.

Andar de acordo com os ensinos da Palavra de Deus traz grandes benefícios e alegrias.

Só tem a ganhar quem vive sob a influência dos preceitos da Lei do Senhor. E ganham também todos aqueles que estão ao seu redor.

Por isso mesmo são chamados de bem-aventurados. A conduta da obediência é a forma mais segura de obter bons resultados na vida.

22 de fevereiro

ÁGUAS AMARGAS

Números 20.1-13

Mais um triste episódio da revolta do povo contra Deus e de falta de confiança em seus propósitos.

Essa falta de confiança torna tudo muito mais amargo. Corações revoltados perdem a leveza e a serenidade. Perdem, enfim, a doçura.

Restam, assim, as águas amargas.

 


23 de fevereiro

A SERPENTE DE BRONZE

Números 21.4-9

O episódio da serpente erguida para curar aqueles que foram mordidos e envenenados, como registrado em Números, foi relembrado no diálogo de Jesus com Nicodemos em João 3: assim como a serpente de bronze fora levantada no deserto, o Filho seria levantado para a salvação dos pecadores.

É interessante notar que não era a serpente de bronze quem curava — o objeto em si não possuía nenhum poder especial — mas a confiança no poder de Deus para curar.

Não se tratava, portanto, de confiança num objeto sagrado, mas de fé na misericórdia divina.

 


24 de fevereiro

BALAÃO (1)

Números 22.1-41

Balaão representa o profeta que se vende e deturpa a Palavra de Deus, ou a distorce para atender seus próprios interesses.

Enviado pelo rei de Moabe, chamado Balaque, para amaldiçoar os israelitas, no intuito de impedir que

o povo se apossasse da terra, Balaão viu a boa oportunidade de cair na graça do rei. E a aparição do anjo, assustando a jumenta que o carregava.

Balaão se negou a proclamar a verdadeira mensagem de Deus, preferindo atender os interesses humanos. A jumenta, por sua vez, foi melhor porta-voz do que Balaão.

 


25 de fevereiro

BALAÃO (2)

Números 23.1-26

Agora Balaão estava diante da verdadeira mensagem de Deus, que desejava abençoar Israel, e não amaldiçoá-la.

Num tipo de rebeldia no estilo de Jonas, Balaão tentou fugir da vontade divina, mas foi trazido de volta à sua centralidade.

A mensagem do Senhor permanecia a mesma: a bênção sobre Israel. E Balaão não podia fugir dessa responsabilidade.

 


26 de fevereiro

BALAÃO (3)

Números 23.27—24.25

Balaque, rei de Moabe, ainda tentava fazer com que Balaão amaldiçoasse os israelitas, mas mesmo nessa terceira ocasião em que o profeta ofereceu sacrifícios ao Senhor, a mensagem divina outorgou outra bênção ao povo de Israel.

Vencido pelo poder das bênçãos do Senhor, o rei de Moabe dispensou Balaão. E Balaão, por sua vez, aprendeu que não adianta fugir da vontade de Deus. É bem melhor submeter-se a ela, pois — como afirmaria Paulo séculos depois, na Carta aos Romanos — é sempre boa, agradável e perfeita.

 


27 de fevereiro

INSTRUÇÕES PARA ENTRAR NA TERRA

Números 34.50-56

Às vésperas de possuir a terra, o povo de Israel foi relembrado do seu compromisso na aliança com Deus.

E, especialmente, recebeu o alerta de que não seria bom se misturar com as nações idólatras. Como no dito popular, as más influências corrompem os bons costumes.

Por isso, o processo de conquista da terra deveria seguir até a tomada completa do espaço preparado a eles.

Deus quer instruir e conduzir seu povo. Bem-aventurada é a nação que segue os ensinos da Palavra do Senhor.


28 de fevereiro

A DIVISÃO DA TERRA ENTRE AS TRIBOS

Números 34.1-29

A terra prometida foi concedida por Deus ao povo, isto é, aos descendentes dos doze filhos de Jacó.

Essas tribos, ou clãs, durante o processo de conquista da terra, se espalhariam por diversas áreas, cada qual de acordo com as instruções dadas pelo Senhor.

Cumpria-se, assim, a promessa feita por Deus a Abraão: seus descendentes se tornariam numa numerosa nação e receberiam como herança a terra pela qual ele peregrinava.

15 de fevereiro

 O MINISTÉRIO DOS SACERDOTES

Levítico 9.1-24

Não há como entender o sistema sacrificial dos rituais judaicos sem, antes, compreender a atuação dos sacerdotes.

O sacerdote exercia o papel de mediador entre o povo e Deus. Era um intercessor dos pecadores diante do Deus santo. Daí porque os sacrifícios precisavam ser conduzidos pelos sacerdotes.

Por isso, também, Jesus Cristo é chamado de sumo-sacerdote na Carta aos Hebreus. Afinal, Ele é o nosso mediador eterno, intercedendo em favor dos pecadores.

 


 

16 de fevereiro

 GANHOS E PERDAS

Levítico 26.1-46

O texto é muito claro quanto às vantagens da obediência e, ao mesmo tempo, não deixa dúvidas quanto às desvantagens da desobediência. Trata-se de uma questão de ganhos e perdas.

O povo na nova terra estava aprendendo a andar nos caminhos do Senhor. Ficou exposta diante deles a gravidade do pecado e de suas consequências para o indivíduo, a comunidade e os relacionamentos.

Em resumo: submeter-se aos ensinos do Senhor conduz à bênção. E o outro lado da moeda também é uma realidade: a rejeição desses ensinos leva à maldição.


 

17 de fevereiro

 A BÊNÇÃO SACERDOTAL

Números 6.22-27

A bênção sacerdotal é muito conhecida. E insere-se, justamente, no contexto de uma série de regulamentações sacerdotais.

A bênção suplica a graça divina em termos de proteção, paz e presença do Senhor junto ao povo.

            Convém observar que a paz aparece apenas no final da bênção, como resultado de todas as súplicas anteriores.

            E, de fato, é assim: para desfrutar a paz, é necessário primeiro que haja a certeza da bênção, da proteção e da presença do Senhor.

            Só há paz quando o Senhor está presente.

 


 

18 de fevereiro

 PEREGRINOS

Números 10.11-36

Depois de vários dias ao pé do Sinai, o povo retoma a caminhada em direção à terra prometida.

Começaram a peregrinação pelo deserto. E, a rigor, somos todos peregrinos, pois também atravessamos um deserto em direção à terra prometida.

Peregrinos estão sempre a caminho. Sempre seguindo adiante. Com os olhos fixos no horizonte do seu destino.

E, é claro, dependendo sempre da presença do Senhor.


 19 de fevereiro

 A PROVISÃO DIVINA

Números 11.4-14, 31-35

Deus continua alimentando o povo na travessia do deserto, embora a confiança dos israelitas na provisão divina não seja a mesma. Por vezes, estão mais confiantes. Por vezes, menos confiantes. E nesse pêndulo instável entre fé e dúvida, o povo prossegue a caminhada.

Só o cuidado de Deus não se altera. Deus é o mesmo. A sua promessa continua em andamento: o povo está livre e segue para uma terra em que se tornarão nação.

Mas isso não significa não haver dificuldade durante a jornada. Deus não prometeu uma jornada livre de obstáculos. Ele prometeu que, mesmo nas dificuldades, continuaria ao lado do povo. E continuava.


 

20 de fevereiro

 ESPIANDO A TERRA PROMETIDA

Números 13.16-33

O grupo de espias enviado por Moisés para observar Canaã, formado por um representante de cada tribo, tendo entre eles Calebe e Josué, constata as grandes vantagens geográficas da terra a ser conquistada, mas se apavora com a força e o poder dos seus habitantes.

Com exceção de Calebe e Josué, os demais espias voltam atemorizados e concluem que o povo a ser combatido parecia muito superior, em força e poder, aos israelitas no deserto.

Essa demonstração de falta de fé e confiança no Senhor que os libertara do Egito faz com que os israelitas comecem a murmurar contra Moisés e Arão, desesperançados e desmotivados.

 


 21 de fevereiro

 INCREDULIDADE E DERROTA

Números 14.1-45

Por causa da incredulidade dos espias e da consequente revolta do povo, o Senhor impede aquela geração de entrar na terra a ser conquistada.

A jornada que deveria inicialmente durar dois anos, do Egito a Canaã pelo deserto, agora se prolongaria até quarenta anos. Somente uma nova geração entraria na terra.

Quem não dá valor aos caminhos que Deus abre, acaba tendo de desviar seu percurso para outros caminhos muito mais difíceis.

8 de fevereiro

A ARCA DA ALIANÇA

Êxodo 25.10-22

A arca, um tipo de urna ou receptáculo que servia para guardar objetos sagrados, como as tábuas da lei, a vara florescida de Arão e um pote com o maná recolhido pelo povo, simbolizava a glória do Senhor que se revelara aos hebreus em sua libertação e a caminho da conquista da nova terra.

Deveria ficar num ambiente que lhe era reservado no tabernáculo, erguido pelo povo no início da jornada pelo deserto para simbolizar a presença de Deus junto ao povo.


9 de fevereiro

O TABERNÁCULO

Êxodo 26.1-14

O tabernáculo simboliza a presença de Deus junto ao povo.

Tratava-se de uma ampla tenda erguida para acolher a arca da aliança e servir como local dos sacrifícios oferecidos nos holocaustos.

No prólogo do Evangelho de João, o Senhor Jesus é apresentado como o Filho de Deus encarnado — isto é, aquele que habitou entre nós. A expressão usada pelo evangelista, se traduzida literalmente, na verdade estava anunciando: Ele “tabernaculou” entre nós.

O tabernáculo, então, apontava para o tempo em que Deus pessoalmente estaria entre o seu povo na pessoa do Salvador prometido.


 

10 de fevereiro

O BEZERRO DE OURO

Êxodo 32.1-20

A primeira manifestação coletiva de infidelidade ao Deus único ocorreu nesse episódio em que foi esculpido um bezerro de ouro, a quem o povo adorou numa solenidade ao pé do Sinai.

Ao descer do monte, após ter recebido os mandamentos do Senhor, Moisés se deparou com essa lamentável cena de idolatria.

Esqueceram-se rapidamente da maneira poderosa como Deus os libertara do Egito. Esqueceram-se da aliança que o Senhor fizera com eles. Esqueceram-se de que agora caminhavam para formar uma nação livre. Esqueceram-se dos propósitos divinos para o povo e do papel que desempenhavam como testemunhas do único Deus.

Quem se esquece dos princípios da Palavra, perde o rumo. Quem perde o rumo, não chega.


 

11 de fevereiro

A GLÓRIA DO SENHOR

Êxodo 33.7-23

O Senhor volta a mostrar sua glória incomparável.

Deus ocupa um lugar único no universo — que ninguém mais pode ocupar. Por isso, a idolatria é inaceitável. Transferir a glória divina a outro objeto de adoração significa não reconhecer a excelsa majestade revelada de Deus.

Adorar ao Senhor significa confessar que a glória pertence a Ele, e somente a Ele.


 

12 de fevereiro

A RENOVAÇÃO DA ALIANÇA

Êxodo 34.1-35

Uma vez descumprida sua parte na aliança, o povo continuava necessitando da Lei do Senhor para dar prosseguimento à conquista da terra e à formação da nação. Sem os preceitos da vontade divina, os hebreus se perderiam entre os falsos valores, a idolatria e a imoralidade daqueles que seriam, mais adiante, seus vizinhos na Canaã conquistada. Por causa dessa necessidade, o Senhor renova o pacto feito com eles.

A aliança continuava se baseando na revelação do Deus único, na expressão da sua misericórdia ao libertá-los do Egito e na transmissão de princípios para a vida individual, familiar e em sociedade.


 

13 de fevereiro

ERGUENDO O TABERNÁCULO

Êxodo 40.1-38

As orientações sobre o tabernáculo já tinham sido dadas a Moisés e ao povo. Passaram, então, dos planos à ação. E o tabernáculo — ou a tenda da revelação — foi erguido no deserto para simbolizar a presença de Deus junto aos hebreus libertados do cativeiro.

A tenda seria recolhida e novamente erguida a cada nova etapa da travessia pelo deserto. Nela seriam oferecidos os sacrifícios. E nela, também, na área chamada de lugar santíssimo, o sumo sacerdote entraria, uma vez ao ano, para realizar o sacrifício da expiação geral.

A rigor, o tabernáculo antecipava o que viria a ser o templo de Jerusalém no reinado de Salomão, já com a terra prometida devidamente ocupada pelos hebreus.


 

14 de fevereiro

REGRAS PARA O HOLOCAUSTO

Levítico 1.1-17

O livro de Levítico — sobre os rituais do judaísmo conduzidos pelos sacerdotes, da tribo de Levi — tem início com as orientações gerais a respeito do holocausto, ou o sacrifício de animais no altar.

O holocausto apontava para o preço a pagar pelo pecado, isto é, a morte. Tais rituais serviam para conscientizar o povo sobre a gravidade do pecado e da perdição.

1 de fevereiro

A CHAMADA DE MOISÉS

Êxodo 3.1—4.17

Deus executa seus planos através de pessoas. Podemos ser instrumentos valiosos nas mãos do Senhor para o cumprimento dos seus propósitos e, ao mesmo tempo, para abençoar os outros.

Moisés foi escolhido por Deus para libertar os hebreus do cativeiro egípcio. Inicialmente relutou, resistiu e tentou fugir, consciente das suas limitações, mas acabou por ceder à vontade divina, convencido pelo Senhor de que jamais estaria sozinho no cumprimento da missão que lhe foi dada.

E quem confia na permanente companhia do Senhor, não teme.


2 de fevereiro

A INSTITUIÇÃO DA PÁSCOA

Êxodo 12.1-20; 31-42

A palavra páscoa procede do termo hebraico pessah — quer significa passagem, travessia, percurso de uma fase a outra.

Os hebreus, naquela noite da libertação do cativeiro egípcio, passariam da condição de escravos para a de cidadãos de uma nação.

E, é claro, a cerimônia apontava para outra libertação: a que Jesus Cristo traria por seu sacrifício. Uma libertação mais abrangente e profunda: a libertação da perdição humana.


3 de fevereiro

A TRAVESSIA DO MAR VERMELHO

Êxodo 14.1-31

Extremamente conhecida, e popularizada em cenas para o cinema e a televisão, a travessia do Mar Vermelho possui um simbolismo especial: mesmo situações aparentemente insolúveis podem ser resolvidas e superadas. É necessário, apenas, que continuemos a caminhar.

Foi essa a ordem dada ao povo: continuem a caminhar. Desistir, perder a esperança, ficar lamentando, entregar-se ao abatimento ou permanecer escondido de tudo e de todos não leva a nenhuma mudança.

Somente a persistência e a coragem para prosseguir conseguem deixar para trás as adversidades.


4 de fevereiro

DEUS ALIMENTA O POVO NO DESERTO

Êxodo 16.1-36

Não houve apenas a promessa divina de livramento do cativeiro egípcio. Houve também a garantia de preservação do povo até a chegada à terra prometida. E a travessia pelo deserto levou quarenta anos. Durante essa longa jornada, Deus cuidou do seu povo.

Convém lembrar que não temos apenas um Salvador. Temos também um Companheiro ao nosso lado. Um Pastor que conduz seu rebanho às campinas e correntes de águas. Um Mestre que ensina e faz a fé amadurecer.

A cada dia temos a porção do maná caído do céu que nos sustenta. A cada dia somos alimentados e encaminhados pela mão do Senhor através do deserto. Até que cheguemos à terra prometida — final da jornada terrena e início da eternidade.


5 de fevereiro

OS AUXILIARES DE MOISÉS

Êxodo 18.1-27

Deus não quer super-homens para servi-lo. Quer apenas pessoas que ofereçam o melhor que têm. E quando possuem apenas cinco pães e dois peixes, Ele os multiplica.

O serviço ao Senhor requer humildade. Em especial, a humildade de reconhecer os próprios limites, contando com a ajuda e a colaboração de outros.

No Reino de Deus, somos todos cooperadores. E puxamos as redes juntos, como no milagre da multiplicação dos peixes. Senão, as redes se rompem.


6 de fevereiro

OS MANDAMENTOS DO SENHOR

Êxodo 20.1-21

O povo livre receberia uma terra e se tornaria uma nação. E, como qualquer nação, precisaria de um código de leis para que a ordem e a segurança fossem mantidas.

Os dez mandamentos são sobejamente conhecidos. Nesse contexto, representam os termos da aliança que Deus firmara com o povo: Ele os abençoaria como nação e os hebreus teriam de viver de acordo com os ensinamentos divinos.

Deus já se revelara como o único Senhor. Portanto, a fé dos hebreus seria monoteísta. Mas trata-se de um monoteísmo ético. No sentido de que não basta apenas crer em um só Deus. É preciso, também, aprender e obedecer a sua Palavra.


7 de fevereiro

A ALIANÇA DIVINA

Êxodo 24.1-18

A aliança é um pacto, um acordo, um concerto. Os termos dessa aliança de Deus com o povo eram simples: Ele os abençoaria como nação e os hebreus teriam de viver de acordo com os ensinamentos divinos.

A história de Israel, a partir daí, terá momentos de fidelidade e infidelidade do povo e dos seus governantes.

Em certos momentos, há obediência e cumprimento dos preceitos da Lei de Deus. Em outros, o povo adota outros deuses e passa a viver de acordo com seus próprios desejos e interesses.

Mais tarde, o profeta Jeremias anunciará uma nova aliança — a que seria feita em Cristo: a aliança com os corações quebrantados diante da graça divina.

23 de janeiro

A FUGA DE JACÓ

Gênesis 27.42—28.5

 

Jacó resolveu fugir de casa, motivado por sua mãe, ao perceber que sua vida estava ameaçada pelo sentimento de vingança de Esaú.

Torna-se, assim, um fugitivo dos problemas que causou, da vergonha de ter enganado o próprio pai e da ira de Esaú. Porém, não conseguiria fugir de Deus, nem de si mesmo. Não há lugar tão longe para onde possamos fugir sem que levemos junto conosco as nossas inquietações mal resolvidas.


 

24 de janeiro

O SONHO DE JACÓ

Gênesis 28.10-22

 

A experiência do sonho de Jacó com a escada entre o céu e a terra revelou duas coisas a ele.

Em primeiro lugar, Deus não ficara na casa dos seus pais. O Senhor está em todos os lugares. Não há como fugir de Deus.

Além disso, Jacó precisou ter a sua experiência pessoal de fé e conhecimento da vontade divina. Não adiantava apenas ser neto de Abraão ou filho de Isaque. A experiência de fé não é hereditária. Jacó, finalmente, teve seu verdadeiro encontro com Deus. E agora as coisas em sua vida tomariam outro rumo.


25 de janeiro

O CASAMENTO DE JACÓ

Gênesis 29.1-30

 

É muito conhecida a história do amor de Jacó por Raquel e de como trabalhou sete anos por ela — para que Labão lhe desse Leia, por ser a filha mais velha. Então, mais sete anos de trabalho por Raquel. Mas a explicação para tanta dedicação era simples: porque muito a amava.

Tudo fica mais leve, tudo se renova, tudo ganha sentido quando a motivação é o amor. Como ensinou Agostinho de Hipona: “Ama e faze o que quiseres. Se calares, calarás com amor. Se gritares, gritarás com amor. Se corrigires, corrigirás com amor. Se perdoares, perdoarás com amor. Se tiveres o amor enraizado em ti, nenhuma coisa, senão o amor, serão os teus frutos”.

 


26 de janeiro

A LUTA DE JACÓ COM DEUS

Gênesis 32.1-32

 

Jacó estava prestes a se encontrar com o irmão Esaú. Temia ser morto por vingança, como o irmão prometera fazer anos antes. Estava ansioso e angustiado.

Mas a experiência com Deus no vale do Jaboque fez com que saísse mancando, devidamente marcado por ter demonstrado sua grande dependência do Senhor, a ponto de afirmar que não o deixaria ir se não fosse abençoado.

Desse reconhecimento angustiado de dependência da misericórdia divina, veio a bênção procurada. E a marca que o fez manquejar.

Agora estava pronto para o encontro com Esaú — depois do encontro com Deus. Todos os outros encontros ficam mais fáceis quando, do encontro com Deus, saímos com a marca divina em nós.

 


27 de janeiro

O ENCONTRO DE JACÓ E ESAÚ

Gênesis 33.1-20

O tempo cicatriza as feridas e suaviza os ânimos. O tempo amadurece os sentimentos e alarga a visão. O tempo renova as motivações, fortalece a disposição e dá resistência à esperança. O tempo ensina a refletir e ajuda a repensar.

Jacó e Esaú já não eram jovens. Nem imaturos. O contexto mudara, as paisagens se modificaram e as circunstâncias eram outras. Mas, principalmente, os irmãos tinham sido transformados por dentro. E puderam acertar suas pendências.


28 de janeiro

JOSÉ E SEUS IRMÃOS

Gênesis 37.1-36

O que mais chama a atenção nesse texto é a repetição de um erro. Jacó sofrera na carne as consequências do descuido de seu pai, no sentido de manifestar preferência por Esaú. E agora é ele quem comete a mesma falta ao eleger José como filho preferido, provocando assim a ira dos seus outros filhos.

Devíamos aprender mais com os erros dos outros. Especialmente com os erros que nos causam feridas, a fim de — até por uma questão de experiência própria — não sermos nós mesmos os primeiros a repeti-los.

 


29 de janeiro

 JOSÉ NA CASA DE POTIFAR

Gênesis 39.1-23

Caráter não é algo que demonstramos tão somente quando na frente dos outros, ou daqueles que nos julgam. Caráter é, principalmente, algo que se mantém firme quando sozinhos e diante de nós mesmos, longe do julgamento alheio.

Ter caráter é ser o próprio juiz, sem necessitar de patrulhamentos ou fiscalizações. É fazer o certo por saber que é certo, e não porque há vigilância.

José sabia o que era certo fazer. E fez.

 


 30 de janeiro

 O TRIUNFO DE JOSÉ NO EGITO

Gênesis 41.1-43

Deus sempre recompensa seus servos fiéis. E José, por ter demonstrado sua fidelidade, honrou ao Senhor — que, por sua vez, alçou-o ao degrau mais elevado do governo egípcio, ficando apenas abaixo da autoridade do Faraó.

O triunfo de José, de certo modo, antecipa a vitória de Cristo. Pois o Senhor Jesus também foi humilhado e injustiçado, traído e vendido, desprezado e perseguido, mas depois recebeu exaltação e ascendeu à glória de Deus.

 


 31 de janeiro

 JOSÉ PERDOA SEUS IRMÃOS

Gênesis 42.1-8; 45.1-20

A lição de perdão deixada por José, ao acolher os irmãos em vez de buscar vingança, é de grande relevância para nós todos. Pois acumular rancores, mágoas e ressentimentos provoca um peso insuportável na alma e no coração.

Não poderia mesmo haver um desfecho mais significativo para a história dos patriarcas, de Abraão a José, do que essa página épica de perdão e acolhimento.

16 de janeiro

A FÉ DE ABRAÃO

Gênesis 22.1-19

Temos aqui um dos textos mais conhecidos das Escrituras — e, ao mesmo tempo, muito significativo na sua relação com a mensagem do evangelho.

Podem ser feitas três comparações entre Isaque e Jesus: ambos subiram a um monte, foram conduzidos a um sacrifício e carregaram o próprio lenho a ser usado. No entanto, há uma diferença essencial: Isaque foi substituído por um cordeiro e Jesus não, porque ele era o próprio cordeiro a ser sacrificado.

Desconsiderando a analogia com o sacrifício redentor de Jesus Cristo, o texto em si mostra a fé de um homem na dependência total dos propósitos divinos e na confiança da graça de Deus.


17 de janeiro

UMA ESPOSA PARA ISAQUE (1)

Gênesis 24.1-27

A escolha de Rebeca como esposa de Isaque ficou sob a responsabilidade de Eliezer, o fiel servo de Abraão — já mencionado em Gênesis 15.2. Embora o nome de Eliezer de Damasco não apareça em Gênesis 24, a referência ao “servo mais velho de sua casa, que era responsável por tudo quanto tinha” indica tratar-se da mesma pessoa.

Ao enviar o servo para a Mesopotâmia, de onde era natural (pois nascera em Ur, cidade caldeia), Abraão demonstrou o desejo de que o filho se casasse com alguém da sua família, e não com uma cananeia.

Eliezer é o exemplo de servo fiel a quem o senhor atribui grandes responsabilidades. Poderá o nosso Deus, a quem servimos, contar conosco da mesma maneira?


18 de janeiro

UMA ESPOSA PARA ISAQUE (2)

Gênesis 24.28-49

A maneira como o servo de Abraão demonstra dependência de Deus, no cumprimento das responsabilidades que lhe foram atribuídos, é uma clara exortação a que tenhamos e cultivemos o mesmo sentimento de confiança.

Por outro lado, a dependência e a confiança de Eliezer foram recompensadas pelo Senhor: “Antes de terminar de orar em meu coração, surgiu Rebeca com o cântaro no ombro”.

Só há vantagens em permanecer dependente e confiante na relação com Deus.


19 de janeiro

UMA ESPOSA PARA ISAQUE (3)

Gênesis 24.50-67

Rebeca segue ao encontro de Isaque, o filho de Abraão, com quem se une para dar prosseguimento à descendência prometida pelo Senhor.

Os planos de Deus se realizam de acordo com o tempo estabelecido pelo calendário divino e sua sábia condução. Não precisamos apressá-los, pois a vontade do Senhor, como escreve Paulo Apóstolo, é sempre boa, perfeita e agradável (Romanos 12.2).

Não há nada melhor do que deixar que a nossa vida seja guiada pelas mãos daquele que é o autor da .


20 de janeiro

ESAÚ E JACÓ

Gênesis 25.19-34

O perfil dos dois irmãos gêmeos é apresentado claramente. Há diferenças óbvias de temperamento e visão de mundo. E essas diferenças acabam se aprofundando e abrindo lacunas irreconciliáveis.

A narrativa da venda da primogenitura é o grande primeiro desgaste no relacionamento entre ambos. Depois da fome saciada, Esaú — o mais impulsivo — repensa sua escolha (preferindo o prato de lentilhas em troca da primogenitura) e a maneira como Jacó — o mais sagaz e ardiloso — soube tirar proveito da sua impetuosidade.

Quantas primogenituras já temos trocado, em função da nossa precipitação ou para obter algum prazer momentâneo, por efêmeros e transitórios pratos de lentilhas?


21 de janeiro

A BÊNÇÃO ROUBADA

Gênesis 27.1-29

A separação entre os irmãos Esaú e Jacó se consolida com o episódio da bênção paterna — que estava reserva a um e acabou sendo dada a outro.

Por direito, a bênção pertencia a Esaú, o primeiro a nascer e, portanto, o primogênito da família. Porém, Jacó fora escolhido por Deus para dar prosseguimento aos herdeiros de Abraão. O propósito divino se realizaria em sua vida, obtendo a bênção paterna ou não.

Mas Jacó demonstra como preferimos fazer as coisas do nosso jeito. E quantos problemas causamos a nós mesmos e — pior ainda — aos outros ao redor por causa disso.


22 de janeiro

A IRA DE ESAÚ

Gênesis 27.30-41

Esaú promete vingança. O relacionamento dos irmãos está rompido. Muito em função da desastrosa participação de Jacó ao roubar a bênção paterna.

Mas o desafeto entre os irmãos foi provocado por outros motivos também. Entre eles, a prejudicial postura dos pais ao manifestarem preferência por um dos filhos (Isaque amava mais a Esaú e Rebeca mais a Jacó), uma certa indiferença de Isaque em relação aos claros sinais de desavença familiar e a maneira como a mãe conduziu a situação para dar mais vantagem a Jacó em vez de buscar a harmonia no convívio dos filhos.

Pais e mães têm grande responsabilidade na administração do relacionamento dentro do lar. Se eles não tomarem a dianteira na manutenção da paz familiar, quem fará?

8 de janeiro

A TORRE DE BABEL

Gênesis 11.1-9

A torre de Babel representa a tentativa inútil da humanidade de estabelecer, por seus próprios esforços, uma maneira de chegar a Deus. Tal qual fizeram Adão e Eva quando, no intuito de ocultar a vergonha da sua nudez, costuraram para si mesmos folhas de figueira.

Encerra-se aqui o ciclo das narrativas de queda: desde a ruptura da relação com Deus, no Jardim do Éden, até a frustrada construção do próprio caminho para recuperar o que perdera, temos o retrato da real condição humana após o pecado.


9 de janeiro

A CHAMADA DE ABRAÃO

Gênesis 12.1-9

A partir do capítulo 12 de Gênesis, começa a história do povo de Israel. Abraão foi escolhido por Deus para dar origem aos hebreus — cuja descendência traria o Messias para redimir o mundo: “por meio de você, todos os povos da terra serão abençoados”.

Em obediência à chamada divina, Abraão sai da sua terra e passa a percorrer os caminhos apontados pelo Senhor. Os verbos partir e chegar, indicando as peregrinações de Abraão, serão os mais usados para descrever uma vida totalmente entregue aos cuidados das mãos de Deus.


10 de janeiro

ABRAÃO E MELQUISEDEQUE

14.17-24

Melquisedeque que, segundo a observação do autor da Carta aos Hebreus, “pertencia a outra tribo da qual ninguém jamais havia servido diante do altar” (7.13), apresenta-se diante de Abraão como “sacerdote de Deus” — sem qualquer tipo de linhagem sacerdotal humana.

O pão e o vinho trazidos por ele para uma refeição conjunta, a bênção dada a Abraão e o dízimo consagrado demonstram que Melquisedeque representava o próprio Deus. E mais: o próprio Filho de Deus que viria para a redenção do mundo. Nas palavras do Salmo 110.4, repetidas ainda em Hebreus, Jesus Cristo veio como sacerdote eterno.


11 de janeiro

A PROMESSA DE DEUS A ABRAÃO

Gênesis 15.1-21

Após a obediência ao chamado desafiador, Abraão recebeu do Senhor a garantia de que sua descendência viria através de um filho, a ser gerado apesar da idade avançada, e de que esses descendentes teriam a própria terra para habitar.

A caminhada de Abraão prosseguia firmada na absoluta dependência de Deus e na plena confiança de que os propósitos divinos se cumpririam.

Somos chamados também a seguir em nossa jornada com esses dois sentimentos essenciais: dependência e confiança. Qualquer jornada fica mais tranquila quando dependemos de Deus e confiamos em sua Palavra.


12 de janeiro

ISMAEL, O FILHO DE HAGAR

Gênesis 16.1-16

Como resultado da precipitação de Sara, a escrava Hagar ficou grávida de Ismael e, por isso mesmo, sua presença passou a incomodar a mulher de Abraão.

Os descendentes de Ismael e Isaque, ou árabes e judeus, ainda hoje prosseguem em caminhos paralelos, muitas vezes marcados pela inimizade recíproca.

Criamos situações difíceis, e talvez até irreversíveis, quando queremos resolver certas questões à nossa maneira, sem dar a devida atenção aos propósitos divinos.


13 de janeiro

O SINAL DA ALIANÇA DE DEUS COM ABRAÃO

Gênesis 17.1-27

Abraão era Abrão. O nome foi mudado devido à confirmação da aliança divina com o estabelecimento da circuncisão. Abraão significa “pai de muitas nações”, e todos os seus descendentes — para que fossem reconhecidos como pertencente ao povo de Deus — seriam circuncidados.

Na antiga aliança, a circuncisão identificava, externamente, aqueles que pertenciam a Israel. Na nova aliança, em que somos redimidos por Jesus Cristo, o sinal é interno: a circuncisão ocorre no coração. Só corações contritos e arrependidos são encaminhados à comunhão com o Senhor.


14 de janeiro

O VERDADEIRO FILHO DA PROMESSA

Gênesis 18.1-15

A confusão criada em torno de Hagar e Ismael propiciou a renovação da promessa de Deus a Abraão, enfatizando que o filho da promessa nasceria de Sara.

O riso de Sara demonstrou falta de confiança na providência divina. Avançada em idade, a mulher de Abraão não acreditava numa possível gravidez. Poderia mesmo dar à luz, mesmo sendo idosa?

Desprezamos o que é antigo, fraco ou pequeno — mas é, justamente, das coisas desprezíveis que Deus faz surgir grandes empreendimentos para o seu Reino. Do grão de mostarda brota a árvore que abriga pássaros em seus galhos.


15 de janeiro

A DESTRUIÇÃO DE SODOMA E GOMORRA

Gênesis 19.1-29

Deus é amor e misericórdia.

Mas também é santidade e justiça.

Sodoma e Gomorra representam a degradação e a deterioração de uma sociedade longe do conjunto de princípios ou valores que outorgam dignidade ao ser humano.

As consequências são inevitáveis. Não que uma sociedade assim acabe por ser destruída, mas pelo fato de se deixar destruir por suas próprias escolhas e decisões.

1 de janeiro

A PRIMEIRA NARRATIVA DA CRIAÇÃO

Gênesis 1.1—2.3

 

            Os capítulos 1 e 2 de Gênesis registram duas narrativas distintas da criação.

A primeira — denominada como eloísta (por utilizar o nome hebraico Elohim para se referir a Deus) — possui traços mais didáticos que a narrativa seguinte, enfatizando a soberania divina sobre os astros ao criá-los (uma vez que, nas culturas pagãs, os astros são vistos como deuses) e, com o objetivo de sublinhar a lei mosaica da guarda do sábado, encerra com a menção explícita do descanso no sétimo dia. Devido a esse cuidado ritualista, a primeira narrativa é também chamada de sacerdotal.


2 de janeiro

A SEGUNDA NARRATIVA DA CRIAÇÃO

Gênesis 2.4-25

            A segunda narrativa da criação é denominada como javista (por utilizar o nome hebraico Yahweh, ou Javé, para se referir a Deus). Trata-se de uma narrativa mais detalhada que a primeira, destacando — com pormenores omitidos na narrativa anterior — a criação do homem e da mulher.

            Também fica evidente neste registro que a criação divina era boa e perfeita, como ilustra a figura do Jardim em que habitava o primeiro casal. Tal perfeição será quebrada pela queda, conforme o texto javista demonstra a seguir.


3 de janeiro

A QUEDA E A EXPULSÃO DO PARAÍSO

Gênesis 3.1-24

            O mundo perfeito que Deus criara, e no qual instalara o ser humano (representado na narrativa pelo casal Adão e Eva), foi corrompido pela queda.

Levado a desejar o domínio sobre a trajetória da sua vida a partir das próprias escolhas e, consequentemente, separado da realização plena que só poderia encontrar na comunhão com o Criador, o ser humano perdeu a condição original. Agora precisa lidar com as decorrências naturais dessa inevitável tendência para o mal dos seus pensamentos, sentimentos e atos.


4 de janeiro

A TRÁGICA HISTÓRIA DE CAIM E ABEL

Gênesis 4.1-16

            Após o rompimento da comunhão com Deus, o ser humano também perde a capacidade de manter comunhão perfeita com os seus semelhantes.

            O convívio entre aqueles que fazem parte da mesma família, de um grupo social ou em qualquer outro ambiente de relacionamento, traz as marcas permanentes do egoísmo, do ciúme, da inveja e da violência. Relacionar-se com o outro, a partir de uma conduta ética que estabeleça margens para as águas irrefreáveis do nosso desajuste interior, tornou-se um desafio constante.


5 de janeiro

A HUMANIDADE PERDIDA E O ANÚNCIO DO DILÚVIO

Gênesis 6.9—7.5

            Podemos dizer que esta é também um tipo de narrativa de queda. Na primeira, o ser humano rompe seu relacionamento com Deus. Na segunda, a relação com o outro passa a ser caracterizada por inevitáveis confrontos e conflitos. E agora, na narrativa do dilúvio, destaca-se a sociedade em corrupção e desarmonia como um todo.

A arca construída por Noé simboliza a salvação providenciada por Deus aos que se confiam nas promessas da sua graça e se refugiam na redenção divina.


 

6 de janeiro

OS QUARENTA DIAS DO DILÚVIO

Gênesis 7.6-24

Noé e seus filhos entraram na arca e foram salvos da destruição provocada pelos quarenta dias de intensas e ininterruptas chuvas.

Os dias passados no interior da arca não devem ter sido fáceis. A família de Noé dependia totalmente do cuidado divino. Foi necessário que confiassem, dia após dia, e durante todo aquele longo período, na condução dada por Deus à arca e às suas próprias vidas.

Mas em que outro lugar estaríamos mais seguros, mesmo em meio às grandes tempestades, senão nas poderosas mãos do Senhor?


7 de janeiro

A NOVA TERRA

Gênesis 8.1-22

Somente quando a pomba, que Noé soltara da arca após o final das chuvas, não retornou por ter achado terra seca para pousar, tiveram todos a certeza de que já podiam desembarcar.

Era o início de um novo período na história da humanidade. Uma nova oportunidade fora concedida — que, aliás, logo se frustraria com outro episódio de queda: a rebeldia de Cam ao zombar da nudez do pai junto aos irmãos (conforme será narrado em Gênesis 9.22-24).

A verdadeira redenção e a arca definitiva ainda estavam por vir na pessoa e na obra de Cristo.

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