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Somos iguais em muito, em muito somos diferentes. Quando juntos, brigamos; sentimos saudades quando separados. Rimos com o outro às vezes, às vezes fazemos o outro chorar. Família é assim: agora é o olhar cúmplice, depois o olhar enviesado, numa constante alternância entre a harmonia e o conflito. Mas sempre ligados por elos bem mais eloqüentes do que episódicos desencontros. É assim a família: ontem perdoamos, hoje pedimos perdão, e amanhã estaremos todos crescidos.
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