OS 365 TEXTOS MAIS IMPORTANTES DA BÍBLIA

16 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: MICAÍAS
2 Crônicas 18.1-34

Micaías, o profeta, é um exemplo de fidelidade em meio à infidelidade.
Enquanto profetas comprados só diziam o que agradava ao rei, Micaías preferir ser fiel a Deus do que aos homens.
E é claro que teve de pagar um preço.
A fidelidade a Deus sempre tem um preço.


17 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: NOVOS RUMOS PARA O REINO
2 Crônicas 34.1-33

Após um período de grande afastamento de Deus, o povo redescobre o valor da comunhão com o Senhor e as vantagens de seguir os seus mandamentos.
A vida do povo agora começa a mudar. Sempre a vida muda quando a Palavra de Deus começa a ser cumprida.


18 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: A QUEDA DE JERUSALÉM
2 Crônicas 36.15-23

Infelizmente, apesar dos momentos de renovação da fé, o povo e seu governo continuam preferindo se afastar de Deus.
A queda de Jerusalém não foi apenas a queda de uma cidade. Foi a queda de uma nação. Foi a queda de um povo.


19 de junho

O DECRETO PARA O RETORNO
Esdras 1.1-11

Sete décadas de cativeiro babilônico e agora chega a hora de voltar.
Por intervenção de Deus, a Pérsia domina a Babilônia. Ciro, o rei persa, autoriza o povo a voltar para sua terra. O plano de Deus para o povo prossegue.


20 de junho

RECONSTRUÇÃO
Esdras 3.1-13

Era a hora de reconstruir.
Depois de tanto tempo fora da terra, a volta significa que há muito a fazer para voltar aos princípios do mesmo propósito.
Não só reconstruir a cidade, mas a própria vida do povo e da sua comunhão com o Senhor.
É o que mais vale para Deus: vidas refeitas.


21 de junho

ORAÇÃO DE CONTRIÇÃO
Esdras 9.1-15

Começamos a escrever uma nova página na vida resolvendo as questões das páginas anteriores. É preciso virá-las.
E nada melhor do que o arrependimento e a contrição para virar páginas mal escritas.


22 de junho

CONFISSÃO
Esdras 10.1-17

A confissão é a visibilidade do arrependimento.
O arrependido admite diante de Deus que errou e precisa de perdão.
Ao coração contrito e arrependido, Deus sempre responde com perdão e graça.


23 de junho

O RETORNO DE NEEMIAS
Neemias 1.1-11

O retorno de Neemias seria um ponto marcante na história da reconstrução nacional de Israel.
A sua obra principal seria levantar de novo os muros da cidade. E essa obra se torna uma saga de fé e confiança, provações e vitória.
Especialmente se torna um exemplo singular de liderança.


24 de junho

PRONTO PARA RECONSTRUIR
Neemias 2.1-20

Para começar uma grande obra é preciso uma coisa fundamental: gente disposta a realizá-la.
Sem pessoas dispostas a fazer a obra, sem pessoas que sejam instrumentos nas mãos de Deus, nada acontece. Porque Deus usa pessoas.
Consciente disso, Neemias coloca sua própria vida nas mãos de Deus. E reúne todos aqueles que desejam o mesmo.
As coisas só se transformam quando há pessoas transformadas.

1 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: A ARCA EM JERUSALÉM (1)
1 Crônicas 13.1-14

A arca representava a presença de Deus junto ao povo.
Foi transportada junto com o tabernáculo durante a travessia no deserto.
Agora, na terra conquistada, Davi queria transportá-la para o templo.


2 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: A ARCA EM JERUSALÉM (2)
1 Crônicas 15.1-29

Para o povo de Israel, era muito importante que a arca estivesse em Jerusalém — a capital do reino unificado por Davi.
Porque ela representava, especialmente, a fidelidade divina em termos do propósito de Deus para o seu povo.
O povo nem sempre era fiel. Mas a arca estava ali, diante deles, para lembrar sempre que a aliança feita com Deus continuava.


3 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: A ARCA EM JERUSALÉM (3)
1 Crônicas 16.1-43

Agora estava tudo encaminhado para a construção de um novo templo.
Mas esse privilégio não será dado a Davi. Seu filho, Salomão, conduzirá a construção do templo e a devida introdução da arca ao serviço sacerdotal.
A arca era um objeto sagrado, cujo valor não se concentrava em si propriamente, mas na sua simbologia.


4 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: PROMESSA E CONSAGRAÇÃO
1 Crônicas 17.1-27

De nada adianta o Senhor fazer suas promessas se, em contrapartida, não estivermos dispostos a dedicarmos nossa vida a Ele.
Só há uma maneira de respondermos às promessas divinas: confiança em seu amor e em sua graça.
Confiança demostrada na consagração das nossas vidas.


5 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: DAVI QUER ERGUER O TEMPLO
1 Crônicas 28.1-21

A construção do templo era um sonho para Davi.
Mas Deus possuía outros planos.
Nem sempre as coisas acontecem como gostaríamos. Acima de tudo, precisamos confiar na condução do Senhor.


6 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: OFERTAS PARA O TEMPLO
1 Crônicas 29.1-20

A participação do povo na construção do templo se daria através das ofertas consagradas.
O projeto de honrar ao Senhor com um grande templo exigia, também, um grande sacrifício e uma ampla participação de todos.


7 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: DE DAVI A SALOMÃO
1 Crônicas 29.21-30

O tempo de Davi estava chegando ao fim.
Agora era a vez de Salomão assumir o reinado.
O momento de transição é sempre positivo quando conduzido por Deus. É melhor contar com a orientação divina para as grandes mudanças.


8 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: O PEDIDO DE SALOMÃO
2 Crônicas 1.1-17

Salomão podia ter pedido várias outras coisas, mas preferiu pedir sabedoria.
E porque pediu sabedoria, acabou alcançando também as outras coisas.


9 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: O TEMPLO (1)
2 Crônicas 2.1-18

Enfim, o templo começa a ser construído.
Sonho antigo de Davi, agora se realiza pelas mãos do filho, Salomão.
O grande símbolo da religião judaica será erguido.
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10 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: O TEMPLO (2)
2 Crônicas 3.1-17

A mobilização para a construção do templo não é apenas material.
É principalmente a mobilização do coração e do sentimento.
Na obra de Deus, o que dedicamos não é apenas um ato litúrgico. É, acima de tudo, um impulso de amor por Deus e sua obra.


11 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: O TEMPLO (3)
2 Crônicas 6.12-42

Dedicar o templo ao Senhor é mais do que dedicar um espaço físico ou uma construção de tijolos.
É dedicar a própria vida. Contrita e consagrada.


12 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: O TEMPLO (4)
2 Reis 7.1-22

É sempre bom poder chegar ao fim de um projeto. Realizá-lo. E saber que os objetivos foram atingidos. É muito boa a sensação de realização interior.


13 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: O REINADO DE SALOMÃO (1)
2 Reis Crônicas 8.1-18

Salomão conduziu o reinado mais próspero da história de Israel.
E tudo porque foi um rei sábio.
Precisamos de governos que ajam com sabedoria para atingirem a prosperidade desejada.


14 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: O REINADO DE SALOMÃO (2)
2 Crônicas 9.1-31

Salomão começa muito bem, mas o final do seu reinado é melancólico. Por causa de certas decisões e cumplicidades, Salomão também deixa um reino sem sucessores à sua altura.
Um líder precisa deixar sucessores. Ou seu trabalho sempre acabará por desfazer-se. Como aconteceu com o reinado de Salomão.


15 de junho

RECONTANDO A HISTÓRIA: O REINO DIVIDIDO
2 Crônicas 10.1-19

A insensatez do filho de Salomão, a sua vaidade, o seu orgulho e a teimosia levaram o reino a se dividir.
A unificação das tribos e dos clãs, conquistada por Davi, agora havia se esfacelado. E nunca mais o reino voltaria a ser o que foi.
Governantes despreparados deixam legados lamentáveis. E, por vezes, insolúveis.

14 de maio

 A DEDICAÇÃO DO TEMPLO (1)

1 Reis 8.22-51

            Depois da construção, veio a dedicação.

            Como a colheita depois do longo e árduo processo de semeadura.

            Grandes feitos exigem grande dedicação. Grandes resultados requerem enormes sacrifícios. O templo representava o coroamento da dedicação do rei e do povo.

 


15 de maio

 A DEDICAÇÃO DO TEMPLO (2)

1 Reis 8.52-66

            A dedicação do tempo é uma resposta à ação misericordiosa de Deus.

            A Ele dedicamos o que nos foi dado pela graça.

Não como tentativa de negociação com Deus, para obter bênçãos. Mas por simples agradecimento.


16 de maio

 RESPOSTA DE DEUS

1 Reis 9.1-9

            Quando estamos no altar de Deus, com corações sinceros e contritos, Ele responde. E em sua resposta somos lembrados acerca dos seus propósitos, da nossa condição e da sua imensa graça para conosco.


17 de maio

 O PRÓSPERO REINADO DE SALOMÃO

1 Reis 10.1-29

            O maior reinado de Israel, em termos de prosperidade e influência, foi o de Salomão, sem dúvida.

            Lembremos que ele pediu sabedoria no início de tudo. E, pela sabedoria que lhe foi dada, exerceu um relevante reinado.

 


18 de maio

O INÍCIO DA QUEDA

1 Reis 11.1-13

            O coração humano é enganoso. E se deixa levar pelas paixões.

            Sob a égide das paixões, começa a queda. E Salomão não ficou livre das nefastas consequências de suas opções e escolhas apaixonadas.


19 de maio

 TRISTE FINAL

1 Reis 11.26-43

            Começar bem é bom. Terminar bem é melhor ainda.

            Há muitos que começam bem, mas terminam mal.

            Com Salomão foi assim. O importante na vida é também terminar bem.


20 de maio

 A DIVISÃO DO REINO

1 Reis 12.1-24

            A insensatez dos sucessores do trono levou à divisão do reino em dois: sul e norte, ou Judá e Israel, com as capitais em Jerusalém e Samaria.

            A partir de agora, o povo está dividido. E a narrativa bíblica passará a enfocar dois povos, dois reis, duas histórias, dois destinos.


21 de maio

O PROFETA ELIAS (1)
1 Reis 17.1-24

Elias foi o primeiro grande profeta de expressão na história do povo de Deus, abrindo o chamado período de profetismo. Sua biografia está repleta de narrativas prodigiosas.
O profeta é o porta-voz de Deus. Fala em nome do Senhor. E Elias fez isso muito bem.


22 de maio

O PROFETA ELIAS (2)
1 Reis 18.1-29

A fidelidade de um profeta tem preço.
Às vezes ele sofre perseguições e injúrias.
Elias foi perseguido, mas permaneceu fiel ao que precisava fazer em favor do Reino de Deus.


23 de maio

O PROFETA ELIAS (3)
1 Reis 18.30-46

Muitas vezes é preciso coragem para dar testemunho fiel da Palavra de Deus.
Mas o Senhor é fiel para com aqueles que o honram. E não deixa que seu nome seja envergonhado por aqueles que desejam ridicularizá-lo.
É sempre bom servir a um Deus fiel.


24 de maio

O PROFETA ELIAS (4)
1 Reis 19.1-18

Deus não abandona seus servos. Demonstra sua presença e permanece na companhia deles, mesmo em momentos difíceis.
Elias sentiu a presença confortadora do Senhor quando mais precisava dela.
E foi renovado em sua confiança e em sua esperança.


25 de maio

ELIAS E ELISEU
2 Reis 2.1-18

Os servos passam, mas a obra de Deus continua.
O Senhor escolhe aqueles que vão dar continuidade à proclamação do Reino. Como já havia feito em relação a Moisés, escolhendo Josué.
A obra do Senhor não cessa.
E bem-aventurados são aqueles que se tornam instrumentos de Deus nessa obra.


26 de maio

NAAMÃ
2 Reis 5.1-19

Naamã não foi curado apenas da lepra.
O texto mostra que ele também curado do seu orgulho, da sua incredulidade, da sua ansiedade e da confiança em deuses estranhos.
Naamã foi restaurado por fora e por dentro.
A graça de Deus opera assim: a obra é completa.


27 de maio

O CERCO
2 Reis 6.24—7.20

Foram momentos muito difíceis, de fome e desespero para o povo de Deus nesse período do cerco inimigo.
Mas também foi a oportunidade de ação da graça divina em favor dos seus servos.
Nos momentos de grande tribulação temos as maiores oportunidades de experimentar a graça amorosa do Senhor.


28 de maio

RESTAURAÇÃO DA FÉ (1)
2 Reis 22.1-20

Depois de um período de infidelidade e afastamento do Senhor, o povo é conduzido por Deus para um momento de reavivamento e renovação.
Nossa fé precisa de revigoramento contínuo. Vivemos num mundo perdido. Por isso, nossa fé precisa ser sempre renovada.


29 de maio

RESTAURAÇÃO DA FÉ (2)
2 Reis 23.1-30

A fé é renovada a partir do reencontro com a Palavra de Deus.
Somente diante da Palavra, e do que a Palavra opera em nosso interior, podemos ser renovados e revigorados.


30 de maio

A QUEDA DE JERUSALÉM
2 Reis 25.1-26

Após muitas advertências e exortações, especialmente da parte dos profetas, Jerusalém cai nas mãos dos caldeus. A infidelidade do povo levou à quebra da aliança feita com Deus.


31 de maio

RECONTANDO A HISTÓRIA: REINADO DE DAVI
1 Crônicas 11.1-25

O reinado de Davi foi um período de grande progresso e de unificação da nação de Israel.
Foi um reinado tão significativo que passou a simbolizar o próprio reino messiânico. Por isso, Jesus Cristo, que era descendente de Davi, era chamado também de “filho de Davi”

1 de maio

CONSEQUÊNCIAS

2 Samuel 12.1-31

            Todas as decisões levam a consequências, algumas benéficas e outras tremendamente danosas.

            Tudo depende da decisão tomada. Podemos escolher, pois para tanto temos o livre-arbítrio. Mas liberdade requer responsabilidade. É preciso assumir as consequências.


2 de maio

 FILHO CONTRA PAI

2 Samuel 15.1-37

            O grande drama de Davi foi ter de enfrentar a rebelião do seu próprio filho, Absalão, querendo tomar o trono.

            Davi enfrentara muitos inimigos. Agora tratava-se do pior de todos: o próprio filho.

 


3 de maio

TRAGÉDIA EM FAMÍLIA

2 Samuel 18.1-36

            As questões familiares sempre são as mais doídas, as que mais ferem, as que mais marcam.

            Não foi diferente com Davi. O próprio filho se rebelando contra ele levou-o à sua pior batalha.

            Mas há confrontos na vida que são inevitáveis.

 


4 de maio

CANTICO DE DAVI (I)

2 Samuel 22.1-22

            Cantar a Deus quando tudo vai bem, é fácil.

            Cantar ao Senhor depois de uma grande dor, ou carregando uma grande ferida, como acontecia com Davi, é uma atitude de fé e esperança.


5 de maio

 CÂNTICO DE DAVI (II)

2 Samuel 22.23-51

            Louvamos ao Senhor sempre, por dois motivos.

            Primeiro, por confiar que Ele conduz a nossa vida. E, segundo, por gratidão às suas bênçãos sobre nós.

            Ainda que muitas coisas não possam ser explicadas, resiste a confiança nos propósitos divinos. E, junto à confiança, sempre bate um coração agradecido.


6 de maio

O ALTAR DA CONTRIÇÃO

2 Samuel 24.1-25

            Davi está chegando ao fim da vida e do reinado. Desejou construir o templo, mas Deus não permitiu, porque suas mãos guerreiras estão manchadas de sangue.

            Faz, então, a compra do terreno em que o templo seria erguido. E o dedica a Deus.

            Isto é: o terreno já era um templo antes de ser um templo. O que vale é o que está no coração.


7 de maio

 SALOMÃO

1 Reis 1.28.53

           Salomão ficou conhecido por duas peculiaridades do seu reinado: a sabedoria e a riqueza.

            Foi o reinado mais rico do povo de Israel. Porque foi o mais sábio.

            A prosperidade não pode se dissociar da sabedoria. Senão, vira opulência. E só.


8 de maio

DE PAI PARA FILHO

1 Reis 2.1-12

            Antes da sua morte, o rei Davi resolveu deixar com o filho, que o substituiria no trono de Israel, algumas recomendações importantes.

            Feliz o filho cujo pai possui experiência suficiente para transmitir-lhe. E feliz o pai cujo filho sabe ouvir aquilo que é dito.


9 de maio

 SABEDORIA

1  Reis 3.1-15

            No Antigo Testamento, há pelo menos dois livros dedicados à reflexão sapiencial: Provérbios e Eclesiastes. Ambos são creditados à autoridade de Salomão.

            De qualquer modo, sabedoria é sempre requisito imprescindível para uma vida de qualidade.


10 de maio

 DECISÃO SÁBIA

1 Reis 3.16-28

            A melhor contribuição que uma mente sábia pode dar a alguém é a capacidade de tomar decisões acertadas.

            Quem toma decisões acertadas no presente, arrepende-se menos no futuro ao olhar para trás.


11 de maio

REI SÁBIO

1 Reis 4.20-34

            É tudo o que uma nação mais precisa: governantes sábios.

            O povo governado por pessoas sábias só têm a ganhar. A sabedoria que conduz a decisões corretas, escolhas justas e integridade administrativa.

            O contrário também é verdade: infeliz é a nação governada por insensatos e espertos. Insensatos levam a nação à bancarrota. Espertos só atuam em favor de si mesmos.


12 de maio

A CONSTRUÇÃO DO TEMPLO (1)

1 Reis 5.1-18

            Davi foi impedido de construir o templo. Salomão o faria.

            O templo se tornaria no centro da adoração judaica. Seguiria os mesmos moldes impostos ao tabernáculo, durante a travessia no deserto.

            O templo ocuparia lugar central na história de Israel, como será visto adiante.


13 de maio

 A CONSTRUÇÃO DO TEMPLO (2)

1 Reis 6.1-38

            Construção exige sacrifício e empenho. Quanto mais empenho e sacrifício, maior valor terá aquilo que edificamos.

            Principalmente quando se trata de algo para o Reino de Deus.

23 de abril

 LAMENTO

2 Samuel 1.17-27

            O lamento de Davi é praticamente um réquiem. O final trágico de Saul e Jônatas não significa vitória para ele. Há um profundo pesar pelo desfecho da história.

            Davi lamenta que tudo tivesse terminado daquela forma. Lamenta, especialmente, a precariedade da natureza humana que se envereda por caminhos desastrosos.


24 de abril

DAVI REI

2 Samuel 2.1-7

            A escolha de Davi como rei agora se concretiza na unção que lhe é feita.

            Os percalços foram muitos, os obstáculos se intensificaram, mas apesar de tudo isso, Davi chegar ao cumprimento do propósito de Deus.

            Não há como impedir que o propósito de Deus se realize.


25 de abril

 JERUSALÉM

2 Samuel 5.1-25

            A conquista de Jerusalém leva ao estabelecimento da capital do reino.

            Davi consegue reunir as tribos de Israel, transformando-as numa nação — que teria, como se vê, a cidade santa como capital.

            Por isso, o reinado de Davi é visto como símbolo do reinado messiânico, apontando para o forte reinado do Messias no futuro.


26 de abril

 A ARCA NA CIDADE SANTA

2 Samuel 6.1-23

            A arca foi conduzida pelo deserto para representar a presença de Deus junto ao povo durante a peregrinação para a terra prometida.

            Nada mais natural que agora fosse transportada para a capital do reino de Israel. E, posteriormente, ocuparia o lugar santo no templo de Jerusalém — que seria erguido por Salomão


27 de abril

PROMESSA E ORAÇÃO

2 Samuel 7.1-29

            Uma nova fase começa na vida do povo de Israel.

            E nessa nova fase, o rei e o povo se apresentam diante de Deus para uma dedicação contrita.

            Diante da promessa de Deus, respondemos com a nossa fidelidade.


 28 de abril

 DAVI GUERREIRO

2 Samuel 8.1-18

            Muitas outras conquistas foram necessárias. E a defesa do território conquistado também exigiria a participação bélica do povo.

            Deus não permitiu que Davi construísse o tempo porque suas mãos estavam cheias do sangue dessas guerras.

            Conquistas e vitórias impõem seu preço.


29 de abril

 MEFIBOSETE

2 Samuel 9.1-12

            Uma das mais belas figuras bíblicas da redenção.

            É bem assim que o Senhor nos redime: leva-nos da queda e seus prejuízos a ocupar um lugar ao lado do seu trono.


30 de abril

 QUEDA

2 Samuel 11.1-27

            Davi era o “homem segundo o coração de Deus” e, no entanto, deixou-se levar pelos apelos da carne e do desejo.

            Quando a paixão fala mais alto, emudecem-se a razão, a sensatez e a memória da Palavra de Deus.

16 de abril

O VENENO DA INVEJA

1 Samuel 18.1-30

            A inveja corrói o coração do invejoso. E o leva a amarguras profundas.

            A vitória de Davi sobre Golias provocou a admiração do povo. E a admiração do povo por Davi, por sua vez, provocou a inveja de Saul.

            E o invejoso fica cego.


17 de abril

PERDENDO O CONTROLE

1 Samuel 19.1-24

            O coração invejoso move mãos invejosas. E as mãos invejosas se movem, muitas vezes, em direção a posturas e atos insanos.

            O invejoso perde o controle sobre suas reações. E as reações costumam ser péssimas.


18 de abril

AMIZADE SINCERA

1 Samuel 20.1-43

            A amizade de Davi e Jônatas nasce num contexto desfavorável, pois era justamente o pai de Jônatas que desejava dar cabo da vida de Davi.

            Enfim, amizades sinceras independem de contextos favoráveis ou não. Amizades sinceras nascem de certa identificação essencial entre duas pessoas. E permanece apesar das diferenças contingenciais.


19 de abril

A VOLTA POR CIMA

1 Samuel 24.1-22

            A reação de Davi à tentativa de Saul de assassiná-lo é uma antecipação do que o Senhor Jesus Cristo ensinaria séculos mais tarde: em vez de vingança, é melhor andar a segunda milha.


20 de abril

OUTRA VOLTA POR CIMA

1 Samuel 26.1-25

            Numa outra oportunidade, muito semelhante à primeira, Davi novamente prefere abrir mão do sentimento vingativo.

            Não é fácil fazê-lo. Não é nada fácil declinar do pagamento na mesma moeda.

            Mas quem consegue reagir assim, fica maior. Bem maior.


 21 de abril

CEGUEIRA

1 Samuel 28.1-25

            No afã de permanecer no poder, vendo o trono ameaçado pela admiração a Davi, o rei Saul burla a Lei do Senhor, que proibia a consulta aos mortos.

            A inveja o torna cego. Pois a inveja só enxerga o que quer ver.

            E, normalmente, nada vê. Ou vê torto.


 22 de abril

 FINAL TRÁGICO

1 Samuel 31.1-13

            Uma vida com final trágico.

            Assim Saul encerra sua biografia: dando cabo da própria vida.

            Final trágico. Mas não uma tragédia repentina. Na verdade, uma tragédia semeada, cultivada e anunciada.

            Fruto colhido porque assim foi semeado.

9 de abril

EBENÉZER

1 Samuel 7.2-17

            A expressão “Ebenézer” significa “até aqui o Senhor nos ajudou”.

            Samuel reconhecia a vitória sobre os filisteus como dádiva graciosa de Deus.

            É bom olhar para trás e constatar que o Senhor permaneceu ao nosso lado.


10 de abril

O PRIMEIRO REI

1 Samuel 11.1-25

            O primeiro rei do povo de Israel foi Saul.

            Não seria uma boa primeira experiência. Pelo contrário: a história termina de modo trágico.

            É preciso saber escolher muito bem o primeiro passo a ser dado. Pois esse primeiro passo pode definir todo o restante da caminhada.


11 de abril

EXORTAÇÃO DE SAMUEL

1 Samuel 12.1-25

            Samuel continua um juiz prestigiado e respeitado pelo povo. Por isso, suas palavras de advertência e exortação são sempre benvindas.

            E é claro que a exortação feita ao povo sempre aponta um único caminho para as bênçãos divinas: andar nos caminhos do Senhor.


12 de abril

REJEIÇÃO

1 Samuel 15.1-35

            Saul foi rejeitado por Deus.

            Rejeitado porque não honrou o lugar que ocupou.

            Rejeitado porque preferiu trilhar seus próprios caminhos.

            Rejeitado porque não basta querer usufruir da bondade de Deus. É necessário, também, querer cumprir a sua santa vontade. 


13 de abril

DAVI EM CENA

1 Samuel 16.1-13

            Aqui Davi entra em cena. Escolhido para suceder Saul. E para ser o rei mais importante da história de Israel.

            Era o menor. O mais fraco. Aquele em quem ninguém acreditava.

            Pois foi exatamente a quem o Senhor elegeu para imperar sobre Israel. Os critérios de Deus são bem diferentes dos nossos critérios.


14 de abril

 DAVI E GOLIAS (I)

1 Samuel 17.4-25

            A luta entre Davi e Golias tornou-se uma narrativa amplamente conhecida.

Símbolo da vitória do mais fraco sobre o mais forte, na verdade a luta contra Golias representa que não há obstáculos instransponíveis quando confiamos nas provisões e no fortalecimento do Senhor.


15 de abril

 DAVI E GOLIAS (II)

1 Samuel 17.26-50

            A vitória de Davi sobre Golias não se deu por causa das cinco pedras na atiradeira. Golias só foi vencido porque Deus estava por trás daquelas pedras.

            São muitos e diferentes os Golias que precisamos enfrentar ao longo da vida.

            Mas Deus é o mesmo.

1 de abril

A BATALHA DE GIDEÃO

Juízes 7.1-25

            A Deus não importa a quantidade, e sim a qualidade dos poucos.

            Trezentos nas mãos de Deus valem muito mais que milhares.

 


2 de abril

 SANSÃO

Juízes 13.1-25

            É interessante como os personagens de juízes possuem qualidades e defeitos, como qualquer um de nós.

            Toda a questão é saber superar os defeitos e fortalecer as virtudes.

            E é em comunhão com Deus que nos tornamos mais capazes de fazer isso.

 


3 de abril

 PAIXÃO E TRAGÉDIA DE SANSÃO

Juízes 16.1-31

            Paixões são perigosas. Embaçam a visão. Deturpam a realidade. E num desses transes apaixonados, Sansão mudou o rumo da sua vida. Saiu dos caminhos para os descaminhos.

            E os descaminhos, muitas vezes, conduzem a tragédias pessoais. Como a que viveu Sansão.


4 de abril

RUTE

Rute 1.1-22

            O livro de Rute é curto. Reúne apenas quatro capítulos. Mas dele destacamos dois textos. O primeiro a se referir ao contexto familiar de Rute e às mudanças da sua vida.

            Quando nossas vidas estão nas mãos de Deus, os acontecimentos se seguem e nem percebemos a condução dada pelo Senhor.

 


5 de abril

 DE RUTE A DAVI

Rute 4.1-22

            Rute entra na árvore genealógica de Jesus Cristo, juntamente com Raabe, Tamar e Maria.

            E o elo vinculante é Davi. O reinado davídico se torna um símbolo do reinado messiânico.

 


6 de abril

 RESPOSTA À SÚPLICA

1 Samuel 1.1-20

            A súplica angustiada de Ana foi respondida.

            E assim foi agraciada, passando de estéril à mãe de filhos, inclusive de Samuel, aquele que seria o último juiz de Israel.

            É muito bom poder chorar no colo do Senhor.


7 de abril

 SAMUEL

1 Samuel 1.21-28

            Aquela criança era uma promessa. Promessa de mudanças no curso da história de Israel.

            Através de Samuel, o povo seria levado a novos dias e novos horizontes.

            Nunca sabemos o futuro de uma criança, e quanto pode ser significativo tal futuro.


8 de abril

TEU SERVO OUVE

1 Samuel 3.1-21

            Orientado pelo sacerdote Eli, o menino Samuel deveria responder à chamado do Senhor: “Fala, porque o teu servo ouve.”

            O teu servo ouve. Outra não deve ser a nossa disposição diante de Deus, senão estar sempre prontos a ouvir a sua Palavra.

22 de março

 SEJA CORAJOSO E FORTE

Josué 1.1-9

            Duas virtudes principais o sucessor de Moisés precisava ter. A coragem, ponto de partida para todas as iniciativas. E a força, para persistir diante das adversidades.

            O motivo dado por Deus era suficiente: Ele estaria ao lado dele.

            Nada mais motivador, para ser corajoso e forte, do que saber que o Senhor nos acompanha.


23 de março

PASSANDO O JORDÃO

Josué 3.1-17

            A passagem do Jordão representava o grande marco da chegada à terra prometida. Simbolizava que, agora, o deserto era deixado para trás, juntamente com a escravidão, e uma nova história seria escrita.

            A partir daquela travessia, Israel seria um povo livre, uma nação do mundo e, especialmente, teria uma terra própria.

            Não foi à toa que a passagem do Jordão passou a simbolizar, para os cristãos, a passagem para a eternidade. Não há vida mais nova do que a que teremos quando o Jordão for passado.


24 de março

 MEMÓRIA E GRATIDÃO

Josué 4.21-24

            Tudo o que o povo experimentava, agora teria de ser contado e ensinado aos filhos, para que as gerações seguintes jamais se esquecessem da misericórdia do Senhor e do cumprimento das suas promessas.

            A maior expressão de gratidão é passarmos adiante as narrativas das bênçãos recebidas. Para que todos saibam. E confiem também.


 25 de março

CAEM AS MURALHAS

Josué 6.1-27

            Jericó era a cidade forte a ser vencida pelos hebreus para dar início à posse da terra.

            Com muralhas aparentemente indestrutíveis, Jericó se tornava um grande desafio.

            Mas as muralhas caíram.

            Afinal, não há muralha que resista aos propósitos divinos.


26 de março

DESOBEDIÊNCIA

Josué 7.1-26

            O episódio de Acã serve para ilustrar as terríveis consequências da desobediência, quando insistimos em adotar valores contrários aos princípios da Palavra.

            A bênção divina está associada à obediência aos ensinos da lei do Senhor.


27 de março

 TEMPO PARA LUTAR

Josué 10.1-15

            A noite caía. E o povo permanecia na luta. Os avanços seriam prejudicados se a escuridão se dissipasse. Josué, então, orou para que o Senhor providenciasse uma solução.

            O anoitecer foi adiado. E houve para tempo para a luta.

            Quando o Senhor nos concede tempo para lutar, valorizemos o tempo que temos.


28 de março

 ÚLTIMAS PALAVRAS

Josué 23.1-16

            Passamos, e às vezes só permanecem as palavras que deixamos, junto ao nosso exemplo e à conduta que influencia aqueles com quem convivemos.

            Josué, nas suas últimas palavras, soube reconhecer a fonte de toda a sua força. E principalmente repassar a sua história, como a história do povo, à luz dos propósitos divinos.


29 de março

 DÉBORA

Juízes 4.1-24

            A primeira mulher de liderança efetiva revelada nas páginas bíblicas merece menção especial em nossas reflexões. Portanto, é um dos textos mais significativos da Palavra.

            O que importa na essência, sejamos homens ou mulheres, é que estejamos nas mãos de Deus para sermos usados por Ele.


30 de março

 O CANTO DE DÉBORA

Juízes 5.1-31

            Os que cantam não o fazem apenas para exibições particulares ou interesses próprios, senão para reconhecer a ação divina no contexto dos acontecimentos históricos.

            É questão de graça da parte de Deus. E confiança da nossa parte.


31 de março

 GIDEÃO

Juízes 6.1-40

            Mais um personagem para compor a galeria dos juízes de Israel, anteriores à monarquia, e inspirar nossa confiança na providência divina.

            Gideão é um exemplo de que, quando Deus nos separa para a sua obra, nunca nos deixa sozinhos.

15 de março

A OBEDIÊNCIA

Deuteronômio 28.1-14

            A grande vantagem da obediência é, justamente, o que se tem como resultados. A obediência produz bons frutos.

            Porque a obediência ao Senhor significa andar em seus caminhos.

            Como seus caminhos são sempre corretos, quem obedece anda sempre na retidão. E a retidão conduz às boas coisas.


16 de março

A DESOBEDIÊNCIA

Deuteronômio 28.15-68

            Se a obediência produz bons resultados, a desobediência traz situações de dor e sofrimento.

            O caminho da desobediência, embora tenha a aparência de vantajoso, conduz aos descaminhos da vida. Por isso, é sempre melhor obedecer aos ensinos do Senhor.


17 de março

A ALIANÇA COM O POVO

Deuteronômio 29.1-29

            Novamente o Senhor traz à lembrança do povo os termos da aliança.

            Por um lado, há a fidelidade do povo aos preceitos do Senhor. E por outro, como consequência, as bênçãos do Senhor.

            Para indivíduos e para a nação.


18 de março

ARREPENDIMENTO E VIDA NOVA

Deuteronômio 30.1-20

            O convite ao arrependimento é, também, um chamado a um novo caminho, com novos propósitos e nova conduta.

            Por isso, o texto que fala em arrependimento é seguido, imediatamente, pelo que aponta para vida ou morte.

            Arrependimento leva à vida.


19 de março

A OBRA CONTINUA

Deuteronômio 31.1-13

            Moisés chegava ao fim da sua vida. E agora se preparava para passar o cajado adiante. Seu sucessor seria Josué. Deus já providenciara um novo líder.

            As pessoas passam, as circunstâncias mudam, os tempos se vão, mas a obra do Senhor continua sendo feita. Porque, afinal, é o Senhor que a conduz sempre.


20 de março

 A BÊNÇÃO PARA O POVO

Deuteronômio 33.1-29

            O desfecho de Deuteronômio focaliza as últimas ações e palavras de Moisés como líder daquela peregrinação ao longo do deserto no rumo da terra prometida.

            Um de seus discursos finais é a bênção sobre o povo, destacando a prosperidade pessoal e nacional que acompanha a vida daquele que se submete às ordenanças do Senhor.

            Em resumo é o seguinte: quer ser abençoado por Deus, ande nos caminhos de Deus.


21 de março

 O FIM DE UMA JORNADA

Deuteronômio 34.1-12

            Após quarenta anos de travessia pelo deserto, aproximava-se a hora de conquistar a terra e obter, de maneira concreta, o cumprimento da promessa feita a Abraão, e renovada a todos os seus descendentes.

            Mas o fim de uma jornada é sempre o início de outra. É precisa saber virar a página de uma fase para começar a escrever a nova página da fase seguinte.

            E, principalmente, é preciso confiar que Deus prossegue conosco em todas as jornadas.

8 de março

 RECORDANDO AS BÊNÇÃOS

Deuteronômio 8.1-9

            Viver olhando para trás, com um saudosismo inconsequente, não é bom porque paralisa, imobiliza e impede os novos avanços. É só conferir o que aconteceu com a mulher de Ló: estava tão presa ao passado que se viu impedida de seguir adiante, transformando-se numa estátua.

            Olhar para trás só é bom quando serve para recordar as bênçãos dadas por Deus. Porque ao olhar para trás podemos agradecer. E, ao mesmo tempo, ser relembrados de que Ele esteve conosco. Lembrar do que Ele fez é ter esperança no que Ele fará.


 

9 de março

 TUDO PELA GRAÇA

Deuteronômio 9.1-6

            Assim como a terra não seria dada ao povo devido aos seus méritos ou merecimentos, também somos cercados pela graça divina porque nada recebemos por atributos pessoais.

            É a graça de Deus que nos abençoa, mesmo sendo quem somos.

            É a graça de Deus que nos perdoa, mesmo que não mereçamos.

            É a graça de Deus que nos dá a vitória, mesmo quando somos fracos.

            Porque o mérito não é nosso. O mérito é do Senhor e do seu amor.


 10 de março

 O TEMOR DO SENHOR

Deuteronômio 10.12-22

            O temor do Senhor é a base de todo o nosso relacionamento com Ele.

            Temor, nesse contexto, significa reverência, submissão e quebrantamento.

            Temor ao Senhor é saber quem Ele e quem somos. Temor ao Senhor é admitir sua santidade absoluta e nossa condição pecadora. Temor ao Senhor é observar a sua Lei e cumpri-la. Temor ao Senhor é adorá-lo de coração, e não apenas com os lábios. Temor ao Senhor é submeter-se à sua vontade. Temor ao Senhor é honrá-lo com a vida, e não somente com o discurso.

            Esse era o temor que Deus exigia do povo ao chegar à terra prometida.

 


11 de março

 AMOR E OBEDIÊNCIA

Deuteronômio 11.1-32

            Não há amor a Deus sem obediência.

            Amar a Deus significa obedecê-lo.

            A obediência é o que dá concretude à fé. A obediência, se podemos dizer assim, é a encarnação da fé.

            Tiago dizia que não há fé sem atos e gestos objetivos de obediência.

            E Cristo dizia que só reconhece aqueles que fazem a vontade do seu Pai.

            Simples assim.


 12 de março

 SINAL DA GRAÇA

Deuteronômio 15.1-18

            Tanto o cancelamento das dívidas quanto a libertação dos escravos, a cada sete anos, possuem uma dupla finalidade na lei mosaica.

            Em primeiro lugar, um equilíbrio social maior. Endividados e cativos teriam novas oportunidades. A lei mosaica não dava espaço para uma sociedade em que dívidas se acumulam, por mera ambição ou avareza dos credores, e pessoas continuam escravizadas sem chances de trilharem caminhos próprios.

            Mas a segunda finalidade era a mais importante: apontar para a ação graciosa de Deus, através de Cristo, pela qual as dívidas dos pecadores e a escravidão do pecado seriam aniquiladas pelo sacrifício redentor do Filho de Deus.


13 de março

 PÁSCOA

Deuteronômio 16.1-8

            A Páscoa, que significa passagem, comemorava a libertação dos escravos hebreus do domínio egípcio, ou a passagem da escravidão para a liberdade.

            Já instaurada em Êxodo, a festa da Páscoa é relembrada em Deuteronômio, às vésperas da conquista da terra prometida.

            Isto é, a liberdade conquistada não deveria ser esquecida.


14 de março

 O PROFETA PROMETIDO

Deuteronômio 18.14-22

            Fica claro que a promessa de um profeta a ser levantado refere-se a Jesus Cristo.

            Com uma diferença essencial em relação aos demais profetas: todos falavam em nome do Senhor. Anunciavam: “assim diz o Senhor”, porque eram porta-vozes da Palavra.

            Jesus Cristo, não. Ele seria a própria Palavra de Deus encarnada. E diria: “Na verdade, eu lhes digo”, por sua autoridade como Palavra em pessoa.

1 de março

DIANTE DA TERRA

Deuteronômio 1.1-8

Entrem e tomem posse da terra que o Senhor prometeu”. O povo agora está diante da terra. Prestes a possuir a herança prometida pelo Senhor.

É assim que começa o livro de Deuteronômio, ou o livro da repetição da Lei. Tudo o que Deus ordenara anteriormente, agora se cumpria. E a Lei deve ser relembrada.

Não basta ao povo ter uma terra. Nem basta que seja livre. É necessário que viva de acordo com a Palavra do Senhor.

Antes de possuir a terra, o povo deve permitir que Deus possua seus corações.


 

2 de março

 MEMÓRIAS

Deuteronômio 2.1-23

No caminho rumo à posse da terra prometida, o povo é relembrado do longo tempo de travessia pelo deserto. Em especial, é trazido à memória de todos o fato de que o Senhor os sustentou e preservou na peregrinação, embora demonstrassem revolta e murmuração contra Deus.

Fica muito claro para o povo que o Senhor cuidou do povo e foi misericordioso ao sustentá-los.

Mas também enfatiza que as bênçãos divinas dependem da fidelidade aos seus ensinos e leis.


 

3 de março

 OBEDIÊNCIA

Deuteronômio 4.1-14

 

O Senhor entregou ao povo as suas leis. Esperava que agora fossem obedientes à sua Palavra.

A obediência é a maior prova de fé. Somente quem crê de coração é capaz de obedecer com fidelidade.

Não há fé sem obediência. Assim como não há amor sem ação ou gestos concretos.


 

4 de março

 UM SÓ DEUS

Deuteronômio 4.32.-40

A revelação divina ao povo sempre acentuou o fato de haver apenas um só Deus. Por isso, não se admite na lei dada ao povo a adoração a outros deuses.

A ênfase no monoteísmo — a crença de que só há um Deus — é a base de tudo o que foi ensinado aos israelitas. E, portanto, é o fundamento de toda a espiritualidade judaica.

A grande diferença entre os israelitas e os povos cananeus seria justamente essa: não a intensidade da devoção, ou o requinte dos rituais, mas a fidelidade ao único Deus verdadeiro.


 

5 de março

RECORDANDO OS MANDAMENTOS

Deuteronômio 5.1-33

Mais uma vez, à entrada da terra prometida, Deus relembra ao povo os conceitos e preceitos da sua Lei.

O povo estava livre. Já não vivia mais sob a cruel escravidão. Agora seria uma nação.

E para começar bem a sua história como nação, Israel precisava aprender e viver a Lei do Senhor. Uma nação só é abençoada quando a Lei do Senhor é praticada.


 

6 de março

 OUÇA, Ó ISRAEL

Deuteronômio 6.1-25

Não se trata apenas de conhecer a Lei do Senhor. Uma nação precisa vivê-la e praticá-la. E ainda mais: preciosa ensinar os princípios éticos e morais da Lei do Senhor aos filhos.

A melhor herança que se passa aos filhos é o conhecimento da Palavra de Deus. Machado de Assis dizia que o menino é o pai do homem. Isto é, o que o menino é hoje, acabará sendo como homem amanhã.

Ensinar a criança a ser honesta é formar um adulto honesto. Ensinar a criança a viver com dignidade é formar um adulto digno. O apelo é sempre esse: ouça, Israel.


 

7 de março

AS BÊNÇÃOS DA OBEDIÊNCIA

Deuteronômio 7.12-26

O caminho da obediência é sempre abençoado.

Andar de acordo com os ensinos da Palavra de Deus traz grandes benefícios e alegrias.

Só tem a ganhar quem vive sob a influência dos preceitos da Lei do Senhor. E ganham também todos aqueles que estão ao seu redor.

Por isso mesmo são chamados de bem-aventurados. A conduta da obediência é a forma mais segura de obter bons resultados na vida.

22 de fevereiro

ÁGUAS AMARGAS

Números 20.1-13

Mais um triste episódio da revolta do povo contra Deus e de falta de confiança em seus propósitos.

Essa falta de confiança torna tudo muito mais amargo. Corações revoltados perdem a leveza e a serenidade. Perdem, enfim, a doçura.

Restam, assim, as águas amargas.

 


23 de fevereiro

A SERPENTE DE BRONZE

Números 21.4-9

O episódio da serpente erguida para curar aqueles que foram mordidos e envenenados, como registrado em Números, foi relembrado no diálogo de Jesus com Nicodemos em João 3: assim como a serpente de bronze fora levantada no deserto, o Filho seria levantado para a salvação dos pecadores.

É interessante notar que não era a serpente de bronze quem curava — o objeto em si não possuía nenhum poder especial — mas a confiança no poder de Deus para curar.

Não se tratava, portanto, de confiança num objeto sagrado, mas de fé na misericórdia divina.

 


24 de fevereiro

BALAÃO (1)

Números 22.1-41

Balaão representa o profeta que se vende e deturpa a Palavra de Deus, ou a distorce para atender seus próprios interesses.

Enviado pelo rei de Moabe, chamado Balaque, para amaldiçoar os israelitas, no intuito de impedir que

o povo se apossasse da terra, Balaão viu a boa oportunidade de cair na graça do rei. E a aparição do anjo, assustando a jumenta que o carregava.

Balaão se negou a proclamar a verdadeira mensagem de Deus, preferindo atender os interesses humanos. A jumenta, por sua vez, foi melhor porta-voz do que Balaão.

 


25 de fevereiro

BALAÃO (2)

Números 23.1-26

Agora Balaão estava diante da verdadeira mensagem de Deus, que desejava abençoar Israel, e não amaldiçoá-la.

Num tipo de rebeldia no estilo de Jonas, Balaão tentou fugir da vontade divina, mas foi trazido de volta à sua centralidade.

A mensagem do Senhor permanecia a mesma: a bênção sobre Israel. E Balaão não podia fugir dessa responsabilidade.

 


26 de fevereiro

BALAÃO (3)

Números 23.27—24.25

Balaque, rei de Moabe, ainda tentava fazer com que Balaão amaldiçoasse os israelitas, mas mesmo nessa terceira ocasião em que o profeta ofereceu sacrifícios ao Senhor, a mensagem divina outorgou outra bênção ao povo de Israel.

Vencido pelo poder das bênçãos do Senhor, o rei de Moabe dispensou Balaão. E Balaão, por sua vez, aprendeu que não adianta fugir da vontade de Deus. É bem melhor submeter-se a ela, pois — como afirmaria Paulo séculos depois, na Carta aos Romanos — é sempre boa, agradável e perfeita.

 


27 de fevereiro

INSTRUÇÕES PARA ENTRAR NA TERRA

Números 34.50-56

Às vésperas de possuir a terra, o povo de Israel foi relembrado do seu compromisso na aliança com Deus.

E, especialmente, recebeu o alerta de que não seria bom se misturar com as nações idólatras. Como no dito popular, as más influências corrompem os bons costumes.

Por isso, o processo de conquista da terra deveria seguir até a tomada completa do espaço preparado a eles.

Deus quer instruir e conduzir seu povo. Bem-aventurada é a nação que segue os ensinos da Palavra do Senhor.


28 de fevereiro

A DIVISÃO DA TERRA ENTRE AS TRIBOS

Números 34.1-29

A terra prometida foi concedida por Deus ao povo, isto é, aos descendentes dos doze filhos de Jacó.

Essas tribos, ou clãs, durante o processo de conquista da terra, se espalhariam por diversas áreas, cada qual de acordo com as instruções dadas pelo Senhor.

Cumpria-se, assim, a promessa feita por Deus a Abraão: seus descendentes se tornariam numa numerosa nação e receberiam como herança a terra pela qual ele peregrinava.

15 de fevereiro

 O MINISTÉRIO DOS SACERDOTES

Levítico 9.1-24

Não há como entender o sistema sacrificial dos rituais judaicos sem, antes, compreender a atuação dos sacerdotes.

O sacerdote exercia o papel de mediador entre o povo e Deus. Era um intercessor dos pecadores diante do Deus santo. Daí porque os sacrifícios precisavam ser conduzidos pelos sacerdotes.

Por isso, também, Jesus Cristo é chamado de sumo-sacerdote na Carta aos Hebreus. Afinal, Ele é o nosso mediador eterno, intercedendo em favor dos pecadores.

 


 

16 de fevereiro

 GANHOS E PERDAS

Levítico 26.1-46

O texto é muito claro quanto às vantagens da obediência e, ao mesmo tempo, não deixa dúvidas quanto às desvantagens da desobediência. Trata-se de uma questão de ganhos e perdas.

O povo na nova terra estava aprendendo a andar nos caminhos do Senhor. Ficou exposta diante deles a gravidade do pecado e de suas consequências para o indivíduo, a comunidade e os relacionamentos.

Em resumo: submeter-se aos ensinos do Senhor conduz à bênção. E o outro lado da moeda também é uma realidade: a rejeição desses ensinos leva à maldição.


 

17 de fevereiro

 A BÊNÇÃO SACERDOTAL

Números 6.22-27

A bênção sacerdotal é muito conhecida. E insere-se, justamente, no contexto de uma série de regulamentações sacerdotais.

A bênção suplica a graça divina em termos de proteção, paz e presença do Senhor junto ao povo.

            Convém observar que a paz aparece apenas no final da bênção, como resultado de todas as súplicas anteriores.

            E, de fato, é assim: para desfrutar a paz, é necessário primeiro que haja a certeza da bênção, da proteção e da presença do Senhor.

            Só há paz quando o Senhor está presente.

 


 

18 de fevereiro

 PEREGRINOS

Números 10.11-36

Depois de vários dias ao pé do Sinai, o povo retoma a caminhada em direção à terra prometida.

Começaram a peregrinação pelo deserto. E, a rigor, somos todos peregrinos, pois também atravessamos um deserto em direção à terra prometida.

Peregrinos estão sempre a caminho. Sempre seguindo adiante. Com os olhos fixos no horizonte do seu destino.

E, é claro, dependendo sempre da presença do Senhor.


 19 de fevereiro

 A PROVISÃO DIVINA

Números 11.4-14, 31-35

Deus continua alimentando o povo na travessia do deserto, embora a confiança dos israelitas na provisão divina não seja a mesma. Por vezes, estão mais confiantes. Por vezes, menos confiantes. E nesse pêndulo instável entre fé e dúvida, o povo prossegue a caminhada.

Só o cuidado de Deus não se altera. Deus é o mesmo. A sua promessa continua em andamento: o povo está livre e segue para uma terra em que se tornarão nação.

Mas isso não significa não haver dificuldade durante a jornada. Deus não prometeu uma jornada livre de obstáculos. Ele prometeu que, mesmo nas dificuldades, continuaria ao lado do povo. E continuava.


 

20 de fevereiro

 ESPIANDO A TERRA PROMETIDA

Números 13.16-33

O grupo de espias enviado por Moisés para observar Canaã, formado por um representante de cada tribo, tendo entre eles Calebe e Josué, constata as grandes vantagens geográficas da terra a ser conquistada, mas se apavora com a força e o poder dos seus habitantes.

Com exceção de Calebe e Josué, os demais espias voltam atemorizados e concluem que o povo a ser combatido parecia muito superior, em força e poder, aos israelitas no deserto.

Essa demonstração de falta de fé e confiança no Senhor que os libertara do Egito faz com que os israelitas comecem a murmurar contra Moisés e Arão, desesperançados e desmotivados.

 


 21 de fevereiro

 INCREDULIDADE E DERROTA

Números 14.1-45

Por causa da incredulidade dos espias e da consequente revolta do povo, o Senhor impede aquela geração de entrar na terra a ser conquistada.

A jornada que deveria inicialmente durar dois anos, do Egito a Canaã pelo deserto, agora se prolongaria até quarenta anos. Somente uma nova geração entraria na terra.

Quem não dá valor aos caminhos que Deus abre, acaba tendo de desviar seu percurso para outros caminhos muito mais difíceis.

8 de fevereiro

A ARCA DA ALIANÇA

Êxodo 25.10-22

A arca, um tipo de urna ou receptáculo que servia para guardar objetos sagrados, como as tábuas da lei, a vara florescida de Arão e um pote com o maná recolhido pelo povo, simbolizava a glória do Senhor que se revelara aos hebreus em sua libertação e a caminho da conquista da nova terra.

Deveria ficar num ambiente que lhe era reservado no tabernáculo, erguido pelo povo no início da jornada pelo deserto para simbolizar a presença de Deus junto ao povo.


9 de fevereiro

O TABERNÁCULO

Êxodo 26.1-14

O tabernáculo simboliza a presença de Deus junto ao povo.

Tratava-se de uma ampla tenda erguida para acolher a arca da aliança e servir como local dos sacrifícios oferecidos nos holocaustos.

No prólogo do Evangelho de João, o Senhor Jesus é apresentado como o Filho de Deus encarnado — isto é, aquele que habitou entre nós. A expressão usada pelo evangelista, se traduzida literalmente, na verdade estava anunciando: Ele “tabernaculou” entre nós.

O tabernáculo, então, apontava para o tempo em que Deus pessoalmente estaria entre o seu povo na pessoa do Salvador prometido.


 

10 de fevereiro

O BEZERRO DE OURO

Êxodo 32.1-20

A primeira manifestação coletiva de infidelidade ao Deus único ocorreu nesse episódio em que foi esculpido um bezerro de ouro, a quem o povo adorou numa solenidade ao pé do Sinai.

Ao descer do monte, após ter recebido os mandamentos do Senhor, Moisés se deparou com essa lamentável cena de idolatria.

Esqueceram-se rapidamente da maneira poderosa como Deus os libertara do Egito. Esqueceram-se da aliança que o Senhor fizera com eles. Esqueceram-se de que agora caminhavam para formar uma nação livre. Esqueceram-se dos propósitos divinos para o povo e do papel que desempenhavam como testemunhas do único Deus.

Quem se esquece dos princípios da Palavra, perde o rumo. Quem perde o rumo, não chega.


 

11 de fevereiro

A GLÓRIA DO SENHOR

Êxodo 33.7-23

O Senhor volta a mostrar sua glória incomparável.

Deus ocupa um lugar único no universo — que ninguém mais pode ocupar. Por isso, a idolatria é inaceitável. Transferir a glória divina a outro objeto de adoração significa não reconhecer a excelsa majestade revelada de Deus.

Adorar ao Senhor significa confessar que a glória pertence a Ele, e somente a Ele.


 

12 de fevereiro

A RENOVAÇÃO DA ALIANÇA

Êxodo 34.1-35

Uma vez descumprida sua parte na aliança, o povo continuava necessitando da Lei do Senhor para dar prosseguimento à conquista da terra e à formação da nação. Sem os preceitos da vontade divina, os hebreus se perderiam entre os falsos valores, a idolatria e a imoralidade daqueles que seriam, mais adiante, seus vizinhos na Canaã conquistada. Por causa dessa necessidade, o Senhor renova o pacto feito com eles.

A aliança continuava se baseando na revelação do Deus único, na expressão da sua misericórdia ao libertá-los do Egito e na transmissão de princípios para a vida individual, familiar e em sociedade.


 

13 de fevereiro

ERGUENDO O TABERNÁCULO

Êxodo 40.1-38

As orientações sobre o tabernáculo já tinham sido dadas a Moisés e ao povo. Passaram, então, dos planos à ação. E o tabernáculo — ou a tenda da revelação — foi erguido no deserto para simbolizar a presença de Deus junto aos hebreus libertados do cativeiro.

A tenda seria recolhida e novamente erguida a cada nova etapa da travessia pelo deserto. Nela seriam oferecidos os sacrifícios. E nela, também, na área chamada de lugar santíssimo, o sumo sacerdote entraria, uma vez ao ano, para realizar o sacrifício da expiação geral.

A rigor, o tabernáculo antecipava o que viria a ser o templo de Jerusalém no reinado de Salomão, já com a terra prometida devidamente ocupada pelos hebreus.


 

14 de fevereiro

REGRAS PARA O HOLOCAUSTO

Levítico 1.1-17

O livro de Levítico — sobre os rituais do judaísmo conduzidos pelos sacerdotes, da tribo de Levi — tem início com as orientações gerais a respeito do holocausto, ou o sacrifício de animais no altar.

O holocausto apontava para o preço a pagar pelo pecado, isto é, a morte. Tais rituais serviam para conscientizar o povo sobre a gravidade do pecado e da perdição.

1 de fevereiro

A CHAMADA DE MOISÉS

Êxodo 3.1—4.17

Deus executa seus planos através de pessoas. Podemos ser instrumentos valiosos nas mãos do Senhor para o cumprimento dos seus propósitos e, ao mesmo tempo, para abençoar os outros.

Moisés foi escolhido por Deus para libertar os hebreus do cativeiro egípcio. Inicialmente relutou, resistiu e tentou fugir, consciente das suas limitações, mas acabou por ceder à vontade divina, convencido pelo Senhor de que jamais estaria sozinho no cumprimento da missão que lhe foi dada.

E quem confia na permanente companhia do Senhor, não teme.


2 de fevereiro

A INSTITUIÇÃO DA PÁSCOA

Êxodo 12.1-20; 31-42

A palavra páscoa procede do termo hebraico pessah — quer significa passagem, travessia, percurso de uma fase a outra.

Os hebreus, naquela noite da libertação do cativeiro egípcio, passariam da condição de escravos para a de cidadãos de uma nação.

E, é claro, a cerimônia apontava para outra libertação: a que Jesus Cristo traria por seu sacrifício. Uma libertação mais abrangente e profunda: a libertação da perdição humana.


3 de fevereiro

A TRAVESSIA DO MAR VERMELHO

Êxodo 14.1-31

Extremamente conhecida, e popularizada em cenas para o cinema e a televisão, a travessia do Mar Vermelho possui um simbolismo especial: mesmo situações aparentemente insolúveis podem ser resolvidas e superadas. É necessário, apenas, que continuemos a caminhar.

Foi essa a ordem dada ao povo: continuem a caminhar. Desistir, perder a esperança, ficar lamentando, entregar-se ao abatimento ou permanecer escondido de tudo e de todos não leva a nenhuma mudança.

Somente a persistência e a coragem para prosseguir conseguem deixar para trás as adversidades.


4 de fevereiro

DEUS ALIMENTA O POVO NO DESERTO

Êxodo 16.1-36

Não houve apenas a promessa divina de livramento do cativeiro egípcio. Houve também a garantia de preservação do povo até a chegada à terra prometida. E a travessia pelo deserto levou quarenta anos. Durante essa longa jornada, Deus cuidou do seu povo.

Convém lembrar que não temos apenas um Salvador. Temos também um Companheiro ao nosso lado. Um Pastor que conduz seu rebanho às campinas e correntes de águas. Um Mestre que ensina e faz a fé amadurecer.

A cada dia temos a porção do maná caído do céu que nos sustenta. A cada dia somos alimentados e encaminhados pela mão do Senhor através do deserto. Até que cheguemos à terra prometida — final da jornada terrena e início da eternidade.


5 de fevereiro

OS AUXILIARES DE MOISÉS

Êxodo 18.1-27

Deus não quer super-homens para servi-lo. Quer apenas pessoas que ofereçam o melhor que têm. E quando possuem apenas cinco pães e dois peixes, Ele os multiplica.

O serviço ao Senhor requer humildade. Em especial, a humildade de reconhecer os próprios limites, contando com a ajuda e a colaboração de outros.

No Reino de Deus, somos todos cooperadores. E puxamos as redes juntos, como no milagre da multiplicação dos peixes. Senão, as redes se rompem.


6 de fevereiro

OS MANDAMENTOS DO SENHOR

Êxodo 20.1-21

O povo livre receberia uma terra e se tornaria uma nação. E, como qualquer nação, precisaria de um código de leis para que a ordem e a segurança fossem mantidas.

Os dez mandamentos são sobejamente conhecidos. Nesse contexto, representam os termos da aliança que Deus firmara com o povo: Ele os abençoaria como nação e os hebreus teriam de viver de acordo com os ensinamentos divinos.

Deus já se revelara como o único Senhor. Portanto, a fé dos hebreus seria monoteísta. Mas trata-se de um monoteísmo ético. No sentido de que não basta apenas crer em um só Deus. É preciso, também, aprender e obedecer a sua Palavra.


7 de fevereiro

A ALIANÇA DIVINA

Êxodo 24.1-18

A aliança é um pacto, um acordo, um concerto. Os termos dessa aliança de Deus com o povo eram simples: Ele os abençoaria como nação e os hebreus teriam de viver de acordo com os ensinamentos divinos.

A história de Israel, a partir daí, terá momentos de fidelidade e infidelidade do povo e dos seus governantes.

Em certos momentos, há obediência e cumprimento dos preceitos da Lei de Deus. Em outros, o povo adota outros deuses e passa a viver de acordo com seus próprios desejos e interesses.

Mais tarde, o profeta Jeremias anunciará uma nova aliança — a que seria feita em Cristo: a aliança com os corações quebrantados diante da graça divina.

23 de janeiro

A FUGA DE JACÓ

Gênesis 27.42—28.5

 

Jacó resolveu fugir de casa, motivado por sua mãe, ao perceber que sua vida estava ameaçada pelo sentimento de vingança de Esaú.

Torna-se, assim, um fugitivo dos problemas que causou, da vergonha de ter enganado o próprio pai e da ira de Esaú. Porém, não conseguiria fugir de Deus, nem de si mesmo. Não há lugar tão longe para onde possamos fugir sem que levemos junto conosco as nossas inquietações mal resolvidas.


 

24 de janeiro

O SONHO DE JACÓ

Gênesis 28.10-22

 

A experiência do sonho de Jacó com a escada entre o céu e a terra revelou duas coisas a ele.

Em primeiro lugar, Deus não ficara na casa dos seus pais. O Senhor está em todos os lugares. Não há como fugir de Deus.

Além disso, Jacó precisou ter a sua experiência pessoal de fé e conhecimento da vontade divina. Não adiantava apenas ser neto de Abraão ou filho de Isaque. A experiência de fé não é hereditária. Jacó, finalmente, teve seu verdadeiro encontro com Deus. E agora as coisas em sua vida tomariam outro rumo.


25 de janeiro

O CASAMENTO DE JACÓ

Gênesis 29.1-30

 

É muito conhecida a história do amor de Jacó por Raquel e de como trabalhou sete anos por ela — para que Labão lhe desse Leia, por ser a filha mais velha. Então, mais sete anos de trabalho por Raquel. Mas a explicação para tanta dedicação era simples: porque muito a amava.

Tudo fica mais leve, tudo se renova, tudo ganha sentido quando a motivação é o amor. Como ensinou Agostinho de Hipona: “Ama e faze o que quiseres. Se calares, calarás com amor. Se gritares, gritarás com amor. Se corrigires, corrigirás com amor. Se perdoares, perdoarás com amor. Se tiveres o amor enraizado em ti, nenhuma coisa, senão o amor, serão os teus frutos”.

 


26 de janeiro

A LUTA DE JACÓ COM DEUS

Gênesis 32.1-32

 

Jacó estava prestes a se encontrar com o irmão Esaú. Temia ser morto por vingança, como o irmão prometera fazer anos antes. Estava ansioso e angustiado.

Mas a experiência com Deus no vale do Jaboque fez com que saísse mancando, devidamente marcado por ter demonstrado sua grande dependência do Senhor, a ponto de afirmar que não o deixaria ir se não fosse abençoado.

Desse reconhecimento angustiado de dependência da misericórdia divina, veio a bênção procurada. E a marca que o fez manquejar.

Agora estava pronto para o encontro com Esaú — depois do encontro com Deus. Todos os outros encontros ficam mais fáceis quando, do encontro com Deus, saímos com a marca divina em nós.

 


27 de janeiro

O ENCONTRO DE JACÓ E ESAÚ

Gênesis 33.1-20

O tempo cicatriza as feridas e suaviza os ânimos. O tempo amadurece os sentimentos e alarga a visão. O tempo renova as motivações, fortalece a disposição e dá resistência à esperança. O tempo ensina a refletir e ajuda a repensar.

Jacó e Esaú já não eram jovens. Nem imaturos. O contexto mudara, as paisagens se modificaram e as circunstâncias eram outras. Mas, principalmente, os irmãos tinham sido transformados por dentro. E puderam acertar suas pendências.


28 de janeiro

JOSÉ E SEUS IRMÃOS

Gênesis 37.1-36

O que mais chama a atenção nesse texto é a repetição de um erro. Jacó sofrera na carne as consequências do descuido de seu pai, no sentido de manifestar preferência por Esaú. E agora é ele quem comete a mesma falta ao eleger José como filho preferido, provocando assim a ira dos seus outros filhos.

Devíamos aprender mais com os erros dos outros. Especialmente com os erros que nos causam feridas, a fim de — até por uma questão de experiência própria — não sermos nós mesmos os primeiros a repeti-los.

 


29 de janeiro

 JOSÉ NA CASA DE POTIFAR

Gênesis 39.1-23

Caráter não é algo que demonstramos tão somente quando na frente dos outros, ou daqueles que nos julgam. Caráter é, principalmente, algo que se mantém firme quando sozinhos e diante de nós mesmos, longe do julgamento alheio.

Ter caráter é ser o próprio juiz, sem necessitar de patrulhamentos ou fiscalizações. É fazer o certo por saber que é certo, e não porque há vigilância.

José sabia o que era certo fazer. E fez.

 


 30 de janeiro

 O TRIUNFO DE JOSÉ NO EGITO

Gênesis 41.1-43

Deus sempre recompensa seus servos fiéis. E José, por ter demonstrado sua fidelidade, honrou ao Senhor — que, por sua vez, alçou-o ao degrau mais elevado do governo egípcio, ficando apenas abaixo da autoridade do Faraó.

O triunfo de José, de certo modo, antecipa a vitória de Cristo. Pois o Senhor Jesus também foi humilhado e injustiçado, traído e vendido, desprezado e perseguido, mas depois recebeu exaltação e ascendeu à glória de Deus.

 


 31 de janeiro

 JOSÉ PERDOA SEUS IRMÃOS

Gênesis 42.1-8; 45.1-20

A lição de perdão deixada por José, ao acolher os irmãos em vez de buscar vingança, é de grande relevância para nós todos. Pois acumular rancores, mágoas e ressentimentos provoca um peso insuportável na alma e no coração.

Não poderia mesmo haver um desfecho mais significativo para a história dos patriarcas, de Abraão a José, do que essa página épica de perdão e acolhimento.

16 de janeiro

A FÉ DE ABRAÃO

Gênesis 22.1-19

Temos aqui um dos textos mais conhecidos das Escrituras — e, ao mesmo tempo, muito significativo na sua relação com a mensagem do evangelho.

Podem ser feitas três comparações entre Isaque e Jesus: ambos subiram a um monte, foram conduzidos a um sacrifício e carregaram o próprio lenho a ser usado. No entanto, há uma diferença essencial: Isaque foi substituído por um cordeiro e Jesus não, porque ele era o próprio cordeiro a ser sacrificado.

Desconsiderando a analogia com o sacrifício redentor de Jesus Cristo, o texto em si mostra a fé de um homem na dependência total dos propósitos divinos e na confiança da graça de Deus.


17 de janeiro

UMA ESPOSA PARA ISAQUE (1)

Gênesis 24.1-27

A escolha de Rebeca como esposa de Isaque ficou sob a responsabilidade de Eliezer, o fiel servo de Abraão — já mencionado em Gênesis 15.2. Embora o nome de Eliezer de Damasco não apareça em Gênesis 24, a referência ao “servo mais velho de sua casa, que era responsável por tudo quanto tinha” indica tratar-se da mesma pessoa.

Ao enviar o servo para a Mesopotâmia, de onde era natural (pois nascera em Ur, cidade caldeia), Abraão demonstrou o desejo de que o filho se casasse com alguém da sua família, e não com uma cananeia.

Eliezer é o exemplo de servo fiel a quem o senhor atribui grandes responsabilidades. Poderá o nosso Deus, a quem servimos, contar conosco da mesma maneira?


18 de janeiro

UMA ESPOSA PARA ISAQUE (2)

Gênesis 24.28-49

A maneira como o servo de Abraão demonstra dependência de Deus, no cumprimento das responsabilidades que lhe foram atribuídos, é uma clara exortação a que tenhamos e cultivemos o mesmo sentimento de confiança.

Por outro lado, a dependência e a confiança de Eliezer foram recompensadas pelo Senhor: “Antes de terminar de orar em meu coração, surgiu Rebeca com o cântaro no ombro”.

Só há vantagens em permanecer dependente e confiante na relação com Deus.


19 de janeiro

UMA ESPOSA PARA ISAQUE (3)

Gênesis 24.50-67

Rebeca segue ao encontro de Isaque, o filho de Abraão, com quem se une para dar prosseguimento à descendência prometida pelo Senhor.

Os planos de Deus se realizam de acordo com o tempo estabelecido pelo calendário divino e sua sábia condução. Não precisamos apressá-los, pois a vontade do Senhor, como escreve Paulo Apóstolo, é sempre boa, perfeita e agradável (Romanos 12.2).

Não há nada melhor do que deixar que a nossa vida seja guiada pelas mãos daquele que é o autor da .


20 de janeiro

ESAÚ E JACÓ

Gênesis 25.19-34

O perfil dos dois irmãos gêmeos é apresentado claramente. Há diferenças óbvias de temperamento e visão de mundo. E essas diferenças acabam se aprofundando e abrindo lacunas irreconciliáveis.

A narrativa da venda da primogenitura é o grande primeiro desgaste no relacionamento entre ambos. Depois da fome saciada, Esaú — o mais impulsivo — repensa sua escolha (preferindo o prato de lentilhas em troca da primogenitura) e a maneira como Jacó — o mais sagaz e ardiloso — soube tirar proveito da sua impetuosidade.

Quantas primogenituras já temos trocado, em função da nossa precipitação ou para obter algum prazer momentâneo, por efêmeros e transitórios pratos de lentilhas?


21 de janeiro

A BÊNÇÃO ROUBADA

Gênesis 27.1-29

A separação entre os irmãos Esaú e Jacó se consolida com o episódio da bênção paterna — que estava reserva a um e acabou sendo dada a outro.

Por direito, a bênção pertencia a Esaú, o primeiro a nascer e, portanto, o primogênito da família. Porém, Jacó fora escolhido por Deus para dar prosseguimento aos herdeiros de Abraão. O propósito divino se realizaria em sua vida, obtendo a bênção paterna ou não.

Mas Jacó demonstra como preferimos fazer as coisas do nosso jeito. E quantos problemas causamos a nós mesmos e — pior ainda — aos outros ao redor por causa disso.


22 de janeiro

A IRA DE ESAÚ

Gênesis 27.30-41

Esaú promete vingança. O relacionamento dos irmãos está rompido. Muito em função da desastrosa participação de Jacó ao roubar a bênção paterna.

Mas o desafeto entre os irmãos foi provocado por outros motivos também. Entre eles, a prejudicial postura dos pais ao manifestarem preferência por um dos filhos (Isaque amava mais a Esaú e Rebeca mais a Jacó), uma certa indiferença de Isaque em relação aos claros sinais de desavença familiar e a maneira como a mãe conduziu a situação para dar mais vantagem a Jacó em vez de buscar a harmonia no convívio dos filhos.

Pais e mães têm grande responsabilidade na administração do relacionamento dentro do lar. Se eles não tomarem a dianteira na manutenção da paz familiar, quem fará?

8 de janeiro

A TORRE DE BABEL

Gênesis 11.1-9

A torre de Babel representa a tentativa inútil da humanidade de estabelecer, por seus próprios esforços, uma maneira de chegar a Deus. Tal qual fizeram Adão e Eva quando, no intuito de ocultar a vergonha da sua nudez, costuraram para si mesmos folhas de figueira.

Encerra-se aqui o ciclo das narrativas de queda: desde a ruptura da relação com Deus, no Jardim do Éden, até a frustrada construção do próprio caminho para recuperar o que perdera, temos o retrato da real condição humana após o pecado.


9 de janeiro

A CHAMADA DE ABRAÃO

Gênesis 12.1-9

A partir do capítulo 12 de Gênesis, começa a história do povo de Israel. Abraão foi escolhido por Deus para dar origem aos hebreus — cuja descendência traria o Messias para redimir o mundo: “por meio de você, todos os povos da terra serão abençoados”.

Em obediência à chamada divina, Abraão sai da sua terra e passa a percorrer os caminhos apontados pelo Senhor. Os verbos partir e chegar, indicando as peregrinações de Abraão, serão os mais usados para descrever uma vida totalmente entregue aos cuidados das mãos de Deus.


10 de janeiro

ABRAÃO E MELQUISEDEQUE

14.17-24

Melquisedeque que, segundo a observação do autor da Carta aos Hebreus, “pertencia a outra tribo da qual ninguém jamais havia servido diante do altar” (7.13), apresenta-se diante de Abraão como “sacerdote de Deus” — sem qualquer tipo de linhagem sacerdotal humana.

O pão e o vinho trazidos por ele para uma refeição conjunta, a bênção dada a Abraão e o dízimo consagrado demonstram que Melquisedeque representava o próprio Deus. E mais: o próprio Filho de Deus que viria para a redenção do mundo. Nas palavras do Salmo 110.4, repetidas ainda em Hebreus, Jesus Cristo veio como sacerdote eterno.


11 de janeiro

A PROMESSA DE DEUS A ABRAÃO

Gênesis 15.1-21

Após a obediência ao chamado desafiador, Abraão recebeu do Senhor a garantia de que sua descendência viria através de um filho, a ser gerado apesar da idade avançada, e de que esses descendentes teriam a própria terra para habitar.

A caminhada de Abraão prosseguia firmada na absoluta dependência de Deus e na plena confiança de que os propósitos divinos se cumpririam.

Somos chamados também a seguir em nossa jornada com esses dois sentimentos essenciais: dependência e confiança. Qualquer jornada fica mais tranquila quando dependemos de Deus e confiamos em sua Palavra.


12 de janeiro

ISMAEL, O FILHO DE HAGAR

Gênesis 16.1-16

Como resultado da precipitação de Sara, a escrava Hagar ficou grávida de Ismael e, por isso mesmo, sua presença passou a incomodar a mulher de Abraão.

Os descendentes de Ismael e Isaque, ou árabes e judeus, ainda hoje prosseguem em caminhos paralelos, muitas vezes marcados pela inimizade recíproca.

Criamos situações difíceis, e talvez até irreversíveis, quando queremos resolver certas questões à nossa maneira, sem dar a devida atenção aos propósitos divinos.


13 de janeiro

O SINAL DA ALIANÇA DE DEUS COM ABRAÃO

Gênesis 17.1-27

Abraão era Abrão. O nome foi mudado devido à confirmação da aliança divina com o estabelecimento da circuncisão. Abraão significa “pai de muitas nações”, e todos os seus descendentes — para que fossem reconhecidos como pertencente ao povo de Deus — seriam circuncidados.

Na antiga aliança, a circuncisão identificava, externamente, aqueles que pertenciam a Israel. Na nova aliança, em que somos redimidos por Jesus Cristo, o sinal é interno: a circuncisão ocorre no coração. Só corações contritos e arrependidos são encaminhados à comunhão com o Senhor.


14 de janeiro

O VERDADEIRO FILHO DA PROMESSA

Gênesis 18.1-15

A confusão criada em torno de Hagar e Ismael propiciou a renovação da promessa de Deus a Abraão, enfatizando que o filho da promessa nasceria de Sara.

O riso de Sara demonstrou falta de confiança na providência divina. Avançada em idade, a mulher de Abraão não acreditava numa possível gravidez. Poderia mesmo dar à luz, mesmo sendo idosa?

Desprezamos o que é antigo, fraco ou pequeno — mas é, justamente, das coisas desprezíveis que Deus faz surgir grandes empreendimentos para o seu Reino. Do grão de mostarda brota a árvore que abriga pássaros em seus galhos.


15 de janeiro

A DESTRUIÇÃO DE SODOMA E GOMORRA

Gênesis 19.1-29

Deus é amor e misericórdia.

Mas também é santidade e justiça.

Sodoma e Gomorra representam a degradação e a deterioração de uma sociedade longe do conjunto de princípios ou valores que outorgam dignidade ao ser humano.

As consequências são inevitáveis. Não que uma sociedade assim acabe por ser destruída, mas pelo fato de se deixar destruir por suas próprias escolhas e decisões.

1 de janeiro

A PRIMEIRA NARRATIVA DA CRIAÇÃO

Gênesis 1.1—2.3

 

            Os capítulos 1 e 2 de Gênesis registram duas narrativas distintas da criação.

A primeira — denominada como eloísta (por utilizar o nome hebraico Elohim para se referir a Deus) — possui traços mais didáticos que a narrativa seguinte, enfatizando a soberania divina sobre os astros ao criá-los (uma vez que, nas culturas pagãs, os astros são vistos como deuses) e, com o objetivo de sublinhar a lei mosaica da guarda do sábado, encerra com a menção explícita do descanso no sétimo dia. Devido a esse cuidado ritualista, a primeira narrativa é também chamada de sacerdotal.


2 de janeiro

A SEGUNDA NARRATIVA DA CRIAÇÃO

Gênesis 2.4-25

            A segunda narrativa da criação é denominada como javista (por utilizar o nome hebraico Yahweh, ou Javé, para se referir a Deus). Trata-se de uma narrativa mais detalhada que a primeira, destacando — com pormenores omitidos na narrativa anterior — a criação do homem e da mulher.

            Também fica evidente neste registro que a criação divina era boa e perfeita, como ilustra a figura do Jardim em que habitava o primeiro casal. Tal perfeição será quebrada pela queda, conforme o texto javista demonstra a seguir.


3 de janeiro

A QUEDA E A EXPULSÃO DO PARAÍSO

Gênesis 3.1-24

            O mundo perfeito que Deus criara, e no qual instalara o ser humano (representado na narrativa pelo casal Adão e Eva), foi corrompido pela queda.

Levado a desejar o domínio sobre a trajetória da sua vida a partir das próprias escolhas e, consequentemente, separado da realização plena que só poderia encontrar na comunhão com o Criador, o ser humano perdeu a condição original. Agora precisa lidar com as decorrências naturais dessa inevitável tendência para o mal dos seus pensamentos, sentimentos e atos.


4 de janeiro

A TRÁGICA HISTÓRIA DE CAIM E ABEL

Gênesis 4.1-16

            Após o rompimento da comunhão com Deus, o ser humano também perde a capacidade de manter comunhão perfeita com os seus semelhantes.

            O convívio entre aqueles que fazem parte da mesma família, de um grupo social ou em qualquer outro ambiente de relacionamento, traz as marcas permanentes do egoísmo, do ciúme, da inveja e da violência. Relacionar-se com o outro, a partir de uma conduta ética que estabeleça margens para as águas irrefreáveis do nosso desajuste interior, tornou-se um desafio constante.


5 de janeiro

A HUMANIDADE PERDIDA E O ANÚNCIO DO DILÚVIO

Gênesis 6.9—7.5

            Podemos dizer que esta é também um tipo de narrativa de queda. Na primeira, o ser humano rompe seu relacionamento com Deus. Na segunda, a relação com o outro passa a ser caracterizada por inevitáveis confrontos e conflitos. E agora, na narrativa do dilúvio, destaca-se a sociedade em corrupção e desarmonia como um todo.

A arca construída por Noé simboliza a salvação providenciada por Deus aos que se confiam nas promessas da sua graça e se refugiam na redenção divina.


 

6 de janeiro

OS QUARENTA DIAS DO DILÚVIO

Gênesis 7.6-24

Noé e seus filhos entraram na arca e foram salvos da destruição provocada pelos quarenta dias de intensas e ininterruptas chuvas.

Os dias passados no interior da arca não devem ter sido fáceis. A família de Noé dependia totalmente do cuidado divino. Foi necessário que confiassem, dia após dia, e durante todo aquele longo período, na condução dada por Deus à arca e às suas próprias vidas.

Mas em que outro lugar estaríamos mais seguros, mesmo em meio às grandes tempestades, senão nas poderosas mãos do Senhor?


7 de janeiro

A NOVA TERRA

Gênesis 8.1-22

Somente quando a pomba, que Noé soltara da arca após o final das chuvas, não retornou por ter achado terra seca para pousar, tiveram todos a certeza de que já podiam desembarcar.

Era o início de um novo período na história da humanidade. Uma nova oportunidade fora concedida — que, aliás, logo se frustraria com outro episódio de queda: a rebeldia de Cam ao zombar da nudez do pai junto aos irmãos (conforme será narrado em Gênesis 9.22-24).

A verdadeira redenção e a arca definitiva ainda estavam por vir na pessoa e na obra de Cristo.

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